O investigador deve ter a consciência de que,através de uma pesquisa ufológica,realizada com observância das normas e técnicas que regem a Ufologia,e uma vez constatado o fato ufológico,as informações e conhecimentos obtidos poderão vir a modificar as estruturas política,econômica,financeira,religiosa,social e filosófica do planeta.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Os Verdadeiros Contos De Fadas

a história é a seguinte: Era uma vez um blogueiro chamado Voz do Além que fez esse post falando sobre mensagens subliminares nos desenhos da Disney; foi o maior rebuliço com gente falando que isso era mentira, outros falando que a Disney é do diabo e coisa e tal. Algum tempo depois, eu fiz uma série de posts com versões "turbinadas" das garotas dos saudosos desenhos da nossa infância. No meio deles estavam as princesas da Disney, e adivinhem: mais escrotização! Falaram que eu sou pervertido, tarado, pedófilo, necrófilo e outras coisas que prefiro não citar.

Mais pra frente ainda, o Voz do Além, pra acabar com o rebuliço em torno da Disney, fez esse post "provando" que mensagens subliminares (as da Disney inclusas) realmente funcionam. Mais uma vez tivemos certa polêmica, então, para finalizar de vez com o assunto Disney, criei esse post sobre a origem dos contos de fadas usados como base para os desenhos da Disney. Sim queridos leitores, aqueles contos bonitinhos, fofinhos e meiginhos que começam com "era uma vez" e terminam com "viveram felizes para sempre" têm em sua origem uma alta dose de putaria e sanguinolência. Coisas como pedofilia, incesto, mutilação e canibalismo eram bem naturais naquela época, então, abram suas mentes, e se preparem para nunca mais lembrarem da Cinderela, Bela Adormecida e Branca de Neve do mesmo jeito.

Chapeuzinho Vermelho

A história atual todos nós conhecemos: chapeuzinho vermelho, lobo mau, vovozinha e lenhador... Não preciso explicar certo!? Mas, na história original o lenhador não existe, na verdade a chapeuzinho e sua vovó são devoradas e pronto, parou por ai, nada de final feliz aqui.

Em outra versão ainda mais antiga, a chapeuzinho faz um strip-tease pro lobo (que as vezes era representado por um lobisomem ou um ogro) para assim poder fugir enquanto ele esta "distraído". Existe ainda uma versão mais bizarra ainda da história, onde o lobo estripa a vovó e obriga a chapeuzinho a jantá-la com ele. A chapeuzinho, que não é besta, diz que precisa ir ao banheiro (que naquela época ficava do lado de fora das casas) e fugia. Percebam que, em todas as versões que citei, o lobo sempre se dá bem no final, de uma forma ou de outra.



A história atual todos nós conhecemos: chapeuzinho vermelho, lobo mau, vovozinha e lenhador... Não preciso explicar certo!? Mas, na história original o lenhador não existe, na verdade a chapeuzinho e sua vovó são devoradas e pronto, parou por ai, nada de final feliz aqui.

Em outra versão ainda mais antiga, a chapeuzinho faz um strip-tease pro lobo (que as vezes era representado por um lobisomem ou um ogro) para assim poder fugir enquanto ele esta "distraído". Existe ainda uma versão mais bizarra ainda da história, onde o lobo estripa a vovó e obriga a chapeuzinho a jantá-la com ele. A chapeuzinho, que não é besta, diz que precisa ir ao banheiro (que naquela época ficava do lado de fora das casas) e fugia. Percebam que, em todas as versões que citei, o lobo sempre se dá bem no final, de uma forma ou de outra.



Branca de neve



Na história original da Branca de Neve, a "madrasta malvada" (que em algumas versões não é madrasta e sim sua mãe original) não cai de um penhasco como é mostrado no final do filme da Disney. Ela na verdade é forçada a vestir sapatos de ferro em brasa e dançar até cair morta. Outra bizarrice nessa história é a idade da branca de neve. Na versão dos Irmãos Grimm ela tem apenas sete anos, ou seja, príncipes pedófilos eram normais naquela época. E ao invés de dar um "beijo de amor", o principie carrega o CORPO MORTO (ou adormecido, se vocês quiserem) da branca de neve para seu palácio, para que assim ela estivesse sempre com ele (isso pode ser considerado um tipo de necrofilia?). Depois de algum tempo, um de seus servos, cansado de ter que carregar um caixão de um lado pro outro, resolve descontar suas frustrações dando uma baita SURRA na branca de neve. Um dos golpes desferidos no estômago faz com que ela vomite a maçã envenenada e assim volte à vida.
Mas de todas as mudanças feitas através dos anos, a mais sangrenta foi em relação ao coração da Branca de Neve. Nas histórias mais antigas a rainha não pedia ao caçador para trazer só ele. Ela queria também outros órgãos principais como pulmão, fígado etc... fora isso ela também queria um jarro com seu sangue (acho que o caçador precisou mais que um cervo pra resolver isso). Vocês devem estar perguntando: "pra que tudo isso?". Simples, ela queria JANTAR a branca de neve! Bizarro não!?

A Bela Adormecida



Essa sim tem um passado bizarro. Nas primeiras versões, ao invés de espetar o dedo numa agulha e cair desacordada, a bela adormecida tinha uma "farpa" encravada debaixo da unha. Parece uma mudança pequena, mas ela nos leva ao ponto que realmente importa. Nessa mesma versão, o príncipe não é tão encantado assim, e resolve, digamos... se satisfazer na bela ainda adormecida. Depois de satisfeito, ele simplesmente vai embora (o Budd do Kill Bill não foi tão inteligente e acabou morto). Nove meses depois, a adormecida dá luz a gêmeos que, em busca de leite acabam acidentalmente chupando o dedo dela, retirando assim a farpa amaldiçoada.

E a coisa não para por ai, o príncipe que a engravidou (estuprou) continuou voltando (se é que vocês me entendem) durante os nove meses. Quando ele chegou lá e encontrou a bela, já não mais adormecida e com duas crianças, ele decidiu se casar com ela (pelo menos isso, né?), mas ele não poderia levá-la ao seu castelo, pois sua mãe era uma OGRA! (o feminino de ogro é ogra?) que tinha o habito de comer qualquer criança que aparecesse em seu caminho.

Por isso ele esperou alguns anos até que seu pai morresse e ele virasse rei para aí então poder levar sua mulher para seu reino. E assim aconteceu, mas na primeira viagem que ele fez, sua mãe ogra resolveu fazer o que todo ogro tem que fazer: comer seus dois netos, e não satisfeita, também sua nora. Mas, com a ajuda do cozinheiro a bela acordada conseguiu se esconder até o retorno de seu marido (rei “half-ogro”), que quando ficou sabendo dos planos de sua mãe (ogra) mandou mata-la. Bunito né!?

Em outras versões, o príncipe na verdade já era rei, e a mãe ogra era a esposa do rei, o resto é bem parecido. A esposa ciumenta quer, como vingança, comer (no sentido alimentício) os dois filhos bastardos do rei, mas acaba sendo descoberta e é queimada viva numa fogueira. Moral da história, se você encontrar uma mulher desmaiada num bosque, se divirta e não volte nunca mais; ou, se você for uma ogra, não tente comer seus netos; ou ainda, se vocês for uma mulher adormecida no meio do bosque, use cinto de castidade, ou ainda, não espete seu dedo numa agulha amaldiçoada!
Eu podia ficar nisso o resto da semana..

Cinderela

Esse é um dos contos de fadas mais antigos já registrados, e com a maior quantidade de variações também (+ou-700). Algumas versões envolvendo um peixe gigante no lugar da fada madrinha datam de 850AD! Em outras histórias a fada madrinha é na verdade uma árvore que nasce sobre o túmulo da mãe da Cinderela.

Uma das modificações mais brutais ocorre no momento em que as irmãs malvadas tentam calçar os sapatos de cristal para enganar o príncipe, numa versão bem bizarra da história, uma delas CORTA fora seus dedos do pé para vestir o sapatinho e assim enganar o príncipe. Mas ela é desmascarada pelos pássaros amigos da Cinderela, que mostram ao príncipe o sangue escorrendo pelos sapatinhos, e depois, como vingança, arrancam os olhos das duas irmãs que terminam suas vidas cegas e mancas.

Há ainda uma outra versão (na verdade, ela é tão diferente que alguns nem a consideram como uma versão e sim um tipo de CINDERELLA ORIGINS) onde a cinderela era filha de um rei viúvo (algumas vezes a própria Cinderela foi quem matou a mãe) que jurou nunca mais se casar, a não ser que encontre uma mulher tão bela quanto a falecida esposa, que tivesse os cabelos cor de ouro, e que conseguisse calçar os mesmos sapatos da finada (fetiche por pés sacou!?). Acaba que sua filha (cinderela) preenche todos os requisitos, como 2 e 2 são 4, nada mais lógico que ele se casar com a própria filha.
Ela, por sua vez, na tentativa de fugir do casamento com seu próprio pai velho, barrigudo e incestuoso, foge pelo mar num armário de madeira (eu também achei estranho mais fazer o que, os caras eram criativos oras), no final ela consegue fugir, mas acaba do outro lado do mundo trabalhando como escrava na casa das irmãs malvadas, e daí pra frente começa a historia que vocês conhecem.



Esse é um dos contos de fadas mais antigos já registrados, e com a maior quantidade de variações também (+ou-700). Algumas versões envolvendo um peixe gigante no lugar da fada madrinha datam de 850AD! Em outras histórias a fada madrinha é na verdade uma árvore que nasce sobre o túmulo da mãe da Cinderela.

Uma das modificações mais brutais ocorre no momento em que as irmãs malvadas tentam calçar os sapatos de cristal para enganar o príncipe, numa versão bem bizarra da história, uma delas CORTA fora seus dedos do pé para vestir o sapatinho e assim enganar o príncipe. Mas ela é desmascarada pelos pássaros amigos da Cinderela, que mostram ao príncipe o sangue escorrendo pelos sapatinhos, e depois, como vingança, arrancam os olhos das duas irmãs que terminam suas vidas cegas e mancas.

Há ainda uma outra versão (na verdade, ela é tão diferente que alguns nem a consideram como uma versão e sim um tipo de CINDERELLA ORIGINS) onde a cinderela era filha de um rei viúvo (algumas vezes a própria Cinderela foi quem matou a mãe) que jurou nunca mais se casar, a não ser que encontre uma mulher tão bela quanto a falecida esposa, que tivesse os cabelos cor de ouro, e que conseguisse calçar os mesmos sapatos da finada (fetiche por pés sacou!?). Acaba que sua filha (cinderela) preenche todos os requisitos, como 2 e 2 são 4, nada mais lógico que ele se casar com a própria filha.
Ela, por sua vez, na tentativa de fugir do casamento com seu próprio pai velho, barrigudo e incestuoso, foge pelo mar num armário de madeira (eu também achei estranho mais fazer o que, os caras eram criativos oras), no final ela consegue fugir, mas acaba do outro lado do mundo trabalhando como escrava na casa das irmãs malvadas, e daí pra frente começa a historia que vocês conhecem.



João e Maria




Essa por si só já é assustadora, afinal, um pai que larga os filhos na floresta para morrer de fome não é lá o tipo de coisa que se lê para crianças certo!? Mas, numa versão mais antiga, a madrasta má, que pressiona o marido a lagar seus filhos na floresta, e a bruxa má são a mesma pessoa. Achei isso bem esquisito, mas as duas personagens tem personalidade bem similar. Outra alteração feita durante os anos foi com relação à própria bruxa que, em certa versão da história, na verdade é um casal de demônios, e ao invés de cozinhar João, eles querem estripa-lo num cavalete de madeira.

Quando o demônio "macho" sai para uma caminhada, a "demônia" manda Maria ajudar João a subir no cavalete, assim, quando seu marido voltar, tudo já estaria preparado. A esperta Maria finge não saber como colocar João deitado e pede para a "demônia" mostrar como se faz. Quando ela deita no cavalete, João e Maria a amarram ela e rapidamente cortam sua garganta. Depois fogem levando o dinheiro e a carroça do pobre casal de demônios.



O Flautista de Hamelin

Nessa historia, um tocador de flautas mágico é contratado por uma cidade para livra-la de uma infestação de ratos. Ele cumpre seu papel, mas quando volta para receber seu tão suado dinheirinho, a cidade se recusa a pagar. Daí, como vingança, ele usa os poderes de sua flauta para raptar todas as crianças da cidade e só as devolve após receber seu pagamento. Até aqui tudo bonito, mensagem positiva e uma moral no fim da historia. Mas, o conto original não é bem assim, nele, o encantador não devolve as crianças depois de receber da relutante cidade. Na verdade ele faz com que elas todas se afoguem num rio. E, em algumas versões ainda mais antigas, há referencias a pedofilia em massa dentro de uma caverna escura.



Nessa historia, um tocador de flautas mágico é contratado por uma cidade para livra-la de uma infestação de ratos. Ele cumpre seu papel, mas quando volta para receber seu tão suado dinheirinho, a cidade se recusa a pagar. Daí, como vingança, ele usa os poderes de sua flauta para raptar todas as crianças da cidade e só as devolve após receber seu pagamento. Até aqui tudo bonito, mensagem positiva e uma moral no fim da historia. Mas, o conto original não é bem assim, nele, o encantador não devolve as crianças depois de receber da relutante cidade. Na verdade ele faz com que elas todas se afoguem num rio. E, em algumas versões ainda mais antigas, há referencias a pedofilia em massa dentro de uma caverna escura.



A pequena sereia

A grande diferença nesse conto está em seu final. Ao invés de se casar com o príncipe e viver feliz para sempre, a pequena sereia na verdade é abandonada por ele logo após ela beber a poção mágica que lhe transforma em mulher. Mas, como tudo tem seu preço, a poção tem um pequeno efeito colateral: durante o resto de sua vida a pequena ex-sereia iria sentir uma dor tremenda nos pés, como se eles estivesse pisando constantemente em facas. Vendo a traição, alguém (juro que não consegui descobrir quem) oferece um punhal para que ela tenha sua vingança. Mas, ao invés disso, ela pula no mar e "morre" se dissolvendo em espuma. Bom, comparado com a chapeuzinho vermelho, essa é até bem tranqüila.

Para compor esse texto, e usei MUITAS fontes diferentes na internet, tantas que não poderei citar todas aqui (até porque nem lembro todas), mas vou deixar as três principais onde vocês poderão ler cada conto (coisa que eu estou fazendo) e conhecer um pouco mais sobre o assunto.

aqui vocês encontraram vários contos de fadas diferentes, o problema e que estão todos em inglês.
http://www.pitt.edu/~dash/grimmtales.html

Esse site é excelente, tem tudo sobre contos de fadas, sua origem, adaptações, e outras coisas legais, dêem uma olhada no FAQ dele que tem mais coisas sobre as versões sinistras dos contos de fadas, mais uma vez, todo em inglês.
http://www.surlalunefairytales.com/index.html

Creio eu que esse dispensa apresentações correto!?
http://jovemnerd.ig.com.br/nerdcast/nerdcast-66-era-uma-vez-um-nerdcast/


terça-feira, 18 de maio de 2010

A saga dos deuses guaranis

História mitológica inédita dos índios guaranis Mbyás de São Miguel, Biguaçu (Santa Catarina).
Por Ozias Alves Jr (jornalista) e-mail ozias@matrix.com.br
No princípio dos tempos, a Terra era habitada por criaturas abomináveis. Eram os "Pamba'e Djaguá" (Feras Extraordinárias). "Nhanderu ete", o deus supremo do universo, decidiu eliminar os "Pamba'e Djaguá" lançando sobre a terra uma estrela incandescente, a "Djatchir Tata'i guatchú".
Tidos como criaturas do mal, os "Pambá é Djaguá", que a civilização ocidental chama de "Dinossauros" ("Lagartos Terríveis" em grego), foram mortos pelo terrível calor provocado pelo cometa. Sobre as cinzas deste mundo, "Nhanderú etê"decidiu repovoá-lo com um novo ser, o "Homem".
Em guarani, "Nhanderú etê" significa "Deus Verdadeiro". É o Deus de forma humana cujos olhos refletem a infinidade das cores. Onde aparece, reflete luz. Vaga pelo cosmos num veículo voador chamado "Bairý".
"Nhanderu ete" percorreu o "Nhe'ê Rekuagui", o "lugar das almas", o mundo dos espíritos. De lá trouxe "Nhande ypy", o "Primeiro Homem", transportando-o em seu "Bairý" até a Terra.
Chegando aqui em nosso planeta, "Nhanderu ete" advertiu a "Nhande ypy" que sua missão era povoar a Terra e não permitir que o egoísmo tomasse conta dos corações de seus descendentes. Acrescentou o deus que o egoísmo tornar-se-ia a raiz de todo o mal da humanidade pois desencadeia as guerras e toda sorte de violência do homem contra o homem. Advertiu para que os homens prezassem por sua memória, cujo exemplo inspiraria os homens a praticar o bem. Nascia ali a religião guarani.
- Nunca pense em si para que a humanidade não sofra, aconselhou profeticamente o Deus na língua do mundo dos espíritos que se transformou no primeira idioma da Terra, segundos os guaranis mbyás.
"Nhandeý pý" era um espírito. Chegando à Terra, transformou-se num "homem" de carne e osso. Um espírito, se quiser e tiver a energia necessária, pode se materializar em forma de um corpo, diz a tradição dos índios guarani.
"Nhandeý pý" , o "Adão" dos guarani mbyá, ficou dois anos sozinho na Terra. "Mokõi aragudjê" (dois anos depois), eis que o deus "Nhanderú etê" voltou ao mundo espiritual "Nheé Rekuaguí"para trazer uma "Nhande Tchir pý" (A 1ª mulher). Tomando-a como esposa, "Nhandeý pý"teve seis filhos cujos nomes são: 1) Kraí í (Poder Divino), 2) Nhamandú (Reflexo do Sol), 3) Djatchir (Dona da Noite), 4) Wherá Tupã (Deus da Chuva), 5) Wherá Nhimbodjerê (Dia e Noite, o giro da Terra) e 6) Pará Guatchú (Oceano).
Eram cinco homens e uma mulher ("Djatchir"). Eis o grupo inicial do qual, segundo os guaranis, descende a humanidade. Os mbyá têm o costume de adotar como sobrenome um dos seis filhos do casal "Nhandeý pý" e "Nhande Tchir pý". Segundo eles, tal costume visa indicar de quem descende os atuais índios entre os seis primeiros filhos da humanidade.
O primeiro casal e seus filhos são os primeiros homens "mortais" da humanidade, de acordo com a mitologia guarani mbyá. O deus supremo "Nhanderú etê" gerou três deuses secundários principais para serem seu intermediário junto aos homens. Tratam-se de: 1) "Kraí" (Iluminado), 2) "Kraí Rendy Vydjú" (Poder da Luz) e 3) "Kraí Kendá" (Anjo que mostra o Bem e o Mal).
Este último, "Kraí Kendá", é quem os católicos chamam de "Anjo da Guarda" pois é um espírito que adverte os homens sobre o Bem e o Mal. É aquela voz interior que chamamos "Consciência".
Ao mesmo tempo que os deuses vindos do espaço sideral percorriam a Terra, o Adão e Eva da mitologia guarani mbyá vivia num mundo de bonança e prosperidade. Mas faltavam os netos. O casal tinha seis filhos- cinco homens e uma mulher. Os filhos não tinham esposas. Se quisesem ter filhos, só a irmã. Porém, mesmo nos primórdios da humanidade, respeitava-se o tabu do incesto, isto é, irmão não poderia manter relação sexual com a irmã.
Em virtude desse problema, o deus supremo do universo "Nhanderú etê" voltou novamente ao mundo dos espíritos, o "Nheé Rekuaguí", no qual buscou três mulheres e um homem. Transportou-os em seu "bairý", a nave voadora que atravessa os confins do universo numa velocidade inimaginável.
As três mulheres tornaram-se as esposas dos cinco irmãos. Já o homem trazido pelo deus tornou-se o marido da filha Djatchir (Dona da Noite). Desses casamentos, nasceram filhos, netos do primeiro casal da humanidade. Os netos, todos primos, casaram-se entre si. Houve também casamentos com tios. Assim foi-se passando o tempo e a população humana multiplicando-se no planeta Terra.
A população cresceu acentuadamente ao longo do tempo. Todos falavam a mesma língua. Ao contrário dos católicos, os guaranis mbyás não possuem lenda semelhante à da bíblica Torre de Babel. Dizem que a primeira língua do mundo, surgida por inspiração divina, foi modificando-se ao longo do tempo quando grupos foram afastando-se da tribo original com o objetivo de conquistar a Terra. Com o distanciamento e a falta de comunicação, tais grupos foram inventando novas palavras que se tornaram particulares da tribo. Com o tempo, passaram a falar idiomas cada vez mais diferentes, de sorte que chegou um tempo em que as diferentes tribos não mais se entendiam.
As mudanças apareceram não só apenas nas línguas. Os povos, mesmo primos, foram diferenciando-se em costumes, hábitos, cultura, vestuário e, principalmente, religião. Dois eram os principais grupos humanos. O primeiro era os da tribo dos "Kurupí" (egoístas). O segundo tratava-se dos "Iapó Gú" (os que vivem nas rochas).
Os "Kurupís" formavam uma coligação de povos em cuja religião já não mais se cultuava o verdadeiro deus, o "Nhanderu etê", mas "espíritos ruins da Terra". Segundo os guaranis, os "Pambá é Djaguá" (as criaturas terríveis dos primórdios da Terra- "dinossauros") eram guiados por espíritos ruins. Com a morte das criaturas, os espíritos desprenderam-se dos animais e ficaram vagando pela Terra. Com o tempo, povos como os "Kurupís" passaram a cultuar tais espíritos que apareciam em forma de "fantasma". Conforme os índios, os "fantasmas" são os espíritos ruins que os católicos chamam de "demônios". Só vivem na Terra. São tão medíocres que não vieram do cosmos. Nasceram da própria Terra, um mundo de provação. Em guarani, recebem o nome de "Baipotchir" (Raiva de Gente).
Já os "Iapó Gú" eram os povos que viviam em aldeias de casas de pedra nas quais contavam com iluminação moderna. Seria a eletricidade?
A religião dos "Iapó Gú", ao contrário dos "Kurupí", não invocavam demônios "Baipotchir" como deuses. No entanto, esse povo também não acreditava em "Nhanderú etê". Havia alguns entre eles que eram "puros de alma", mas a grande maioria não passava de gente corrupta moralmente.
Antes poucos, os "kurupi" multiplicaram-se demasiadamente de sorte que passaram a ambicionar a conquista do mundo. Entre os "kurupi", havia um chefe chamado "Karambá", chefe de um poderoso exército. Sua alma fora dominada por um diabo "Baipotchir" . Alucinado pelo mal e de alma perversa, "Karambá' ambicionou conquistar os "Iapó Gú".
Eis que um dia começou uma gigantesca guerra entre os "kurupi" e os "Iapó Gú". Ambos povos não dispunham de tecnologia. Fora uma guerra de "machados de pedra". Mas as batalhas impressionaram pelo número gigantesco de combatentes. Somavam milhões de guerreiros.
A guerra toda durou apenas dois meses, mas fora devastadora. Matou tanta gente que a humanidade ficou reduzida ao mínimo. O local da batalha final situa-se hoje num ponto do oceano, surgido após o dilúvio, a catástrofe que ocorria na Terra séculos após a grande guerra dos "kurupí" e os "Iapó Gu".
O chefe "Karambá" sobreviveu à catastrófica guerra, mas não viveria por muito tempo. Sucumbiu a uma doença misteriosa. Já os poucos sobreviventes entre os "Iapó Gú" tornar-se-iam, milênios mais tarde, os pais dos povos da antiga Atlântica, a misteriosa ilha do meio do oceano atlântico, e os incas, conforme diz a lenda guarani mbyá.
Não se sabe quanto tempo foi, mas as poucas milhares de pessoas que sobraram após a grande guerra foram multiplicando-se novamente nos séculos de paz que se prosseguiram. No entanto, as novas gerações tornaram-se mais perversas ainda. Continuaram a não acreditar no deus verdadeiro, o"Nhanderú etê". Sucederam-se séculos de inúmeras breves guerras de pilhagem. Tratava-se de um mundo de mentira, persevidade, pecado e crueldade.
Poucas tribos eram as que acreditam em "Nhanderú etê". A maioria dos povos tornou-se idólatra de deuses "baipotchir" .
E a Terra tornou-se novamente um mundo de total corrupção moral. Numa de suas passagens pelo planeta, "Nhanderú etê" concebeu a idéia de que o mundo deveria ser destruído para recolonizá-lo com homens mais puros como "Nhamanduráý" (Filho do Sol). Concebeu a idéia do "Dilúvio".
"Nhamanduráý" acreditava em "Nhanderú etê". Sua fé era persistente. Numa certa noite, "Nhanderú etê" apareceu em sonho, dentro de seu veículo voador "Bairý", para "Nhamanduráý" . No sonho, o deus avisou-lhe que iria destruir o mundo com uma chuva torrencial. Descendente de uma mortal com o deus "Kraí Kendá", "Nhamanduráý"foi aconselhado a subir na maior montanha da terra, único lugar em que a água do Dilúvio não alcançaria. Com ele e sua mulher "Nhandetchir Ypy", outros dois casais foram avisados para se salvarem no alto da mesma montanha.
Eis que quando tinha 86 anos de idade, o grande Dilúvio começou com uma tempestade nunca antes imaginada. Foi então que a humanidade inteira foi destruída, sobrando os três casais, sob liderança de "Nhamanduráý" .
Antes a Terra era um imenso continente. Após o Dilúvio, surgiram os "Para Guatchú" (oceanos) que dividiram a Terra em vários continentes. Foi então que o hoje conhecemos como América ficou separado da Europa, África e Ásia. Antigos rios transbordaram formando mares. Montanhas viraram ilhas.
A humanidade voltou à estaca zero com três casais. Logo "Nhamandu Ra'y" ficou viúvo pois sua mulher, que havia perdido a fé em "Nhanderu eté", falecera de "Ikaruguapá" (paralisia). Outras doenças dizimaram os outros dois casais pelo mesmo motivo de não terem fé no verdadeiro deus.
Eis que "Nhanderú etê"buscou uma mulher para "Nhamandu Ra'y"em outro mundo espiritual chamado "Nhanderu Vutchu" (Onde o Sol nasce).
Os índios guaranis acreditam que a alma boa vai para o céu e o mal fica na Terra com os diabos. Estes últimos são invisíveis, mas segundo os índios, as pessoas sentem suas desagradáveis presenças.
Eis que um dia veio à Terra "Nhanderu Ra'y" para a missão de ensinar os homens o verdadeiro ensinamento de "Nhandery etê". Segundo os índios, "Nhanderu ra'y" era "Jesus Cristo".

Indígenas crêem que suas origens têm relação com nossos visitantes cósmicos

Os Índios acreditam, ser seres descendente de outros Planetas.


No Brasil, muitas nações indígenas mantêm tradições e rituais que indicam uma convivência pacífica e secular com o Fenômeno UFO. Algumas até acreditam ser descendentes de seres extras planetários, entre elas a nação Kayapó, espalhada pela Região Amazônica. O pesquisador João Américo Peret foi o indigenista que estudou mais intensamente esses nativos do Xingu, que se intitulam Menbengôkré, ou “gente que veio do buraco da água.” Envolta em várias lendas, a cultura indígena dos Kayapó possui inúmeros rituais de exaltação às forças da natureza e seres míticos, além de danças em agradecimento e comemoração. Os índios Menbengôkré, assim como as aldeias Gorotire, Xikrin, Men-krãgnoti, Kokraimôro, Txukahamãe e Kren-akôre, realizam um ritual em memória a um ser mítico a quem chamam de Bep-kororoti. Esta criatura seria um forasteiro heróico e civilizador que teria chegado à região montado em uma estrela ou uma canoa voadora. De acordo com a história exaltada pela população indígena, Bep-kororoti pousou na Cachoeira Tipôtikré, onde viveu e miscigenou com os ancestrais Kayapó. Ao retornar ao espaço, levou a esposa e um filho, deixando uma filha casada e grávida. Ufólogos e até antropólogos atribuem ao ser à origem extraterrestre, sendo sua canoa voadora um óbvio disco voador.
Trajes sagrados – A lenda de Bep-kororoti assume um caráter verdadeiramente autêntico porque é ensinada na Casa dos Homens ou Escola Tribal, nas aldeias. Também é considerada como real porque, durante o ritual de adoração, os índios se vestem de maneira especial, usando trajes e máscaras consideradas sagradas, além de espingardas para representar o que chamam de kóp – a terrível arma desintegradora que o extraterrestre portava quando veio do céu. Em sua pesquisa, Peret citou a lenda contada pelo sábio conselheiro Güey-babã, que fala da vinda de Kumen, um ser que apareceu entre a neblina de uma montanha sempre envolta de misteriosos barulhos e relâmpagos. A criatura era, segundo a história, um invasor de aspecto estranho e muito grande. Tinha um olho só, mas não apresentava boca e nariz, nem cabelos. Somente uma poderosa clava que desintegrava árvores e pedras. Os índios da época lutaram com ele sem conseguir vencê-lo. Mas, ao perceberem que o forasteiro não queria matá-los, deixaram-no em paz. O enigmático ser passou então a viver sozinho na montanha, sem ser importunado nem incomodar ninguém, por muito tempo. A lenda conta ainda que, um dia bem mais tarde, jovens índios viram num lago próximo outro estranho. Tinha pele clara, era alto, esguio e forte. Aproximaram-se e reconheceram que era Bep-kororoti. O ser então disse ter vindo das estrelas, mas fora atacado pelos índios na montanha, várias vezes. Os nativos defenderam-se, alegando que haviam lutado na verdade com um monstro terrível.

Para convencê-los, o visitante teria mostrado a roupa com que viera do espaço, e assim Bep-kororoti foi levado à aldeia e dela passou a fazer parte. Ainda de acordo com a lenda, teria se transformado em uma espécie de mestre da tribo, pois fez com que o chefe fosse mais atencioso com os outros índios e cuidou para que todos tivessem melhoria em suas vidas. Também determinou que o Conselho de Anciãos tivesse que ajudar o líder a tomar decisões. Bep-kororoti ainda casou e teve filhos entre os indígenas. No entanto, um dia ele discutiu com os companheiros e sumiu na mata. Cobriu sua família com uma tintura preta, vestiu-se com um traje que dava choques e ameaçou a tribo com a clava com que viera à Terra. Bep-kororoti dirigiu-se à Serra Pukatôti e subiu ao céu, levando sua mulher e filho em uma estrela ou canoa voadora, em meio a trovões e relâmpagos. Após este acontecimento, a região passou por grandes mudanças climáticas e os índios, por terríveis necessidades. Para livrar a tribo da morte, a filha de Bep-kororoti, Niôpoti, que havia ficado, foi até a montanha e se cobriu com a mesma tintura preta. Logo depois, ocorreu uma explosão e ela foi elevada ao céu. Ao voltar, trouxe sua mãe e o irmão – que posteriormente retornaram ao espaço –, remédios, alimentos e sementes. Niôpoti, atendendo a recomendação de Bep-kororoti, levou seu povo para morar na Serra Pukatôti, onde encontraram as “casas de pedras feitas por Deus”. Ali passaram a viver em paz e com prosperidade. E assim os índios mantêm sua lenda até hoje.

Deuses ou outras civilizações

Recentemente encontrei duas senhoras muito sensitivas uma Portuguesa e outra Espanhola. Ambas contaram-me aquilo que percepcionaram nas energias residuais que estão presentes na Rua da Augusta em Lisboa. Ambas nunca se falaram ou viram. A cidadã Espanhola, que não se interessa pela história de Portugal, relata que conforme ia a subir a Rua Augusta sentia que tinha havido ali uma grande inundação e havia no alto objectos tripulados por outras gentes diferentes daquelas cá de baixo. Depois percepcionou que grandes vagas de águas invadiam toda aquela área. Do alto, outros seres sem poderem intervir, estavam já prontos para ajudar o desenlace dos acontecimentos. As águas avançaram sobre a Terra e ao de cima havia muita gente a boiar. Dessas naves partiram ondas de amor que acalmaram aqueles que flutuavam na água, após serem acalmados iam sendo resgatados para Terra firme. Ao longo dos séculos, objectos voadores não identificados foram sendo confundidos com sinais divinos.
Nos anais de Tutmés III, cerca de 1504 a 1450, antes de Cristo, escribas viram no céu círculos de fogo que, em seguida, subiram mais alto e dirigiram-se para o sul.

Por volta de 1.500 AC, no cume do Himalaia, Manu sobreviveu ao dilúvio e visionou Brama.

Em 163 AC, em Concius, um homem foi queimado por um raio que veio de um espelho no céu.

Em 204 AC, apareceram dois anjos resplandecentes no céu, de aparência pavorosa e paralisaram o exército egípcio de Ptolomeu IV, quando ele resolveu matar os judeus.

O Livro dos Mortos, do antigo Egipto, nos fala em "legiões no céu", "espíritos da luz" e "seres brilhantes".

em 214 AC, em Hádria, no Golfo de Veneza, houve um estranho espectáculo. Surgiu um homem vestido de branco sobre um altar no céu. (Julius Obsequens e Tito Livius em história romana - Liv. 21- Cap. 62)
Esses avistamentos de altares no céu nada mais eram do que tripulantes vistos em OVNIs em voo, tendo uma parte transparente que permitia ver o interior do mesmo.

Pandoro escreveu, em 400 AC, sobre os Egregori (guardas-anjos) que desceram à Terra no ano cósmico 1.000. Osíris, Ísis e Hórus eram representados como disco solar, como também eram comuns os barcos solares egípcios.

"608 AC - É a segunda vez que me foi dirigida a palavra do senhor a qual dizia: Que vês tu? E respondi: Vejo panela a ferver que vem da banda do Aquilão." (Jeremias-1.13)
"Levantei de novo os olhos e eis que havia rolo que voava, o qual tinha 200 côvados de comprimento e 10 côvados de largura." (Zacarias - Liv. 1 - 5.1.-2.) Seria um charuto?
"Parou, pois, o sol no meio do céu e não se apressou a pôr-se durante o espaço de um dia." (Livro de Josué)

Hamurabi, na Babilónia, recebeu suas famosas leis de seu Deus Sámas, numa montanha. Minos, fundador de Cnossos, recebeu as leis cretenses, também de um Deus, num monte sagrado. Em 550 AC, Zoroastro, numa caverna que foi banhada em fogo (luz), teve seu contacto com Ahura Mazda (Dono da Luz) e fundou o Zoroastrismo.

"Em 14, um moribundo contou a seguinte história a São Tomás de Villanueva, Arcebispo de Valência:
Eu era judeu, tendo sido rigorosamente educado de acordo com as leis judaicas. Estávamos três a passear, quando subitamente, o céu se abriu como uma cortina. Ficamos assustadíssimos, pois nenhum de nós havia visto um espectáculo dessa natureza. Então, surgiu no ar um cálice de ouro com uma hóstia branca sobre ele. (Aparições - Erich Von Daniken).
Como são os contactos observados com olhos religiosos! Pois o que o moribundo viu foi um OVNI iluminado em determinadas partes, emitindo um facho de luz em cone, para baixo. Já ouvimos de moradores rurais, em nossas pesquisas, a expressão: "parecia um ostensório", que é um objecto usado na religião apostólica romana.

166 DC - Julius Obsequens, em Prodigiorum Libellus, cita que em Capua o sol brilhou à noite. E Tito Livius escreveu que Albae viram-se dois sóis à noite. Em De Divination, Cícero fala sobre dois sóis e três luas vistas no céu.

Em 312 DC, surgiu uma cruz no céu quando o imperador Constantino aceitou o Cristianismo, no Império Romano.

Em 436 DC, em Bizâncio, após fortes tremores de terra, uma criança sobe ao céu e volta, a vista de muitas pessoas.

Fato semelhante aconteceu com o Papa São Gregório, em 589 DC, cognominado o Grande, em Roma, quando ele escondeu-se numa caverna e foi descoberto por um clarão. E ali ele viu anjos subindo e descendo por um espectro. Na realidade, ele viu uma nave com seu sistema de propulsão ligado e seus tripulantes entrando e saindo.

Em 610 DC, Maomé visionou o anjo de Alá que lhe mostrou uma tabuinha de ouro, em montanhas próximas à Meca, daí criando o Islamismo.

No ano de 776, os franceses, dentro do castelo de Sigibut, estavam sitiados pelos saxões. No entanto, foram salvos quando surgiram sobre a igreja da fortaleza “dois escudos vermelhos” no céu. E assim os saxões fugiram. (Annales Laurissense).

Em 1099 DC, os cruzados, sitiando Jerusalém, viram um cavaleiro agitando o escudo brilhante sobre o Monte das Oliveiras, ordenando atacarem novamente.

Crónicas do ano 1120, do monge Mateus de Paris, nos fala de “uma cruz voadora” sobre o santo sepulcro. (Hist. Anglorum)

No ano de 1200, também foi vista uma cruz no céu sobre Jerusalém.

Em 1463, Catarina de Bolonha, na Itália, viu o Senhor sentado num trono resplandecente.

Em 1528, no cerco de Utrech, foi vista uma cruz de Borgonha, de cor amarela, no céu da Holanda.

15/12/1631 - Perto de Nápoles, pairando sobre um campo de trigo, a "Rainha dos céus", apareceu a vários jesuítas, para anunciar a iminente erupção do Vesúvio. (Aparições - Erich von Daniken).

04/11/1799 - Em Cumana, Venezuela, houve um terramoto, sendo vistas várias bolas vermelhas no céu.

Em cerca de 1800, nos Estados Unidos, Joseph Smith visionou o anjo Moroni que surgiu em seu quarto, envolto numa luminosidade. E depois ele o viu subir num poço de luz (elevador?). Posteriormente, em outros contactos, fora lhe indicado um local aonde se encontraram as tabuinhas de ouro que lhe deram noções para criar a religião Mórmon.

12/09/1914 - Em La Marne, França, quando estava em curso a grande batalha do Rio Marne, muitos soldados alemães distinguiram, no firmamento, uma dama de branco que impediu seu avanço. (Aparições - Erich Von Daniken)

13/10/1917 - Em Fátima, Portugal, 70.000 pessoas presenciaram o milagre do sol. Estava chovendo, quando o sol apareceu através das nuvens. Parecia um disco achatado, com um contorno nitidamente definido. Tinha o brilho mutante e, de repente, começou a fazer manobras e a rodar com crescente velocidade. Começou a cair e logo aquilo, avermelhando-se, manobrou e desapareceu nas nuvens.

28/12/1933 - A Sra. Van Nieke Van Den Diji, em Onkerzeele, Bélgica, viu um sol verde vermelho girando.

15/04/1950 - Em Casalicchio, a Aquivava, na Itália, milhares de espectadores dizem ter observado uma nuvem que se abriu e em cujo centro havia uma estrela de brilho opaco e, respectivamente, um sol girando e brilhando em todas as cores.

30/10/1950 - Segundo relato expresso do Cardeal Todeschini, por várias vezes o Papa Pio XII viu nos jardins do Vaticano o sol girando, semelhante ao milagre do sol de Fátima.

Em 1950, um observador da zona rural, contou-nos que viu um objecto pousado emitindo intensa luminosidade. Ele tinha a forma de um "chapéu" e, no local onde seria a copa, tinha uma cúpula transparente e lá ele viu um ser assentado com as mãos no queixo e os cotovelos apoiados nas pernas. E disse-nos que aquilo era uma assombração.

Em 1954, uma patrulha de discos voadores sobrevoa Roma, fazendo evoluções e ao final, forma uma cruz sobre a basílica de São Pedro, no dia do aniversário da revolução Comunista.

Em 26/09/1954, OVNIs foram vistos, durante um terramoto, pairando no espaço.

E também, em 11/02/1957, em Leicestershire, Inglaterra, OVNIs foram vistos no céu, durante terramoto.
Antes dos acontecimentos eles estão presentes

Muitas vezes os OVNIs foram vistos antes de algum cataclismo do planeta. Talvez seus instrumentos sofisticados tenham detectado o que se sucederia e se mostram como um sinal dos céus, já que conhecem nossas crenças. Ou, então, pretendem avisar-nos que algo suceder naquele lugar, já que essas visões sempre foram consideradas mau presságio. E, especulando, podemos pensar que se aproveitam de sua tecnologia para manipularmos e continuar a fazendo-nos encarar suas Aparições como divinas ou demoníacas.

É interessante destacar que estes avistamentos de OVNIs sempre se fizeram presentes em guerras. Será que eles têm interesse em interferir na nossa história, mudando o curso de uma batalha?
OS OVNIS E AS RELIGIÕES

A grande maioria das pessoas acredita em Deus, um ser espiritual, omnipresente e omnisciente. Acreditam na evolução do espírito através de sucessivas reencarnações nos incontáveis mundos do Cosmos. Mas, por Deus ser tão complexo, a mente ainda não pode compreendê-lo. E assim, a humanidade, nessa busca incessante para explicá-lo, buscou em factos reais, acontecidos ao correr dos milénios, uma maneira de entendê-lo.

E dessa maneira tudo que vinha do céu era considerado divino. E, os nossos antepassados, em contactos com seres de outros planetas, interpretaram isso como aparições de anjos, santos e até o próprio Deus. No entanto, não quero, de maneira alguma, criticar qualquer tipo de religião que seja, pois todas elas encaminham o homem para o "bem" e também influir na crença de um Deus Criador. Apenas coloco-o no lugar que ele ocupa, o Cosmos e não num pequenino planeta como a Terra, pois, "Ele" semeou a vida em múltiplos mundos deste Universo maravilhoso, o que faz com que não estejamos sós no Universo.

Estudando as religiões antigas, podemos notar a presença de seres físicos, dotados de tecnologia avançadíssima, em contacto com a humanidade. E surgiram os falados cruzamentos entre seres celestiais e mulheres da terra, factos descritos em livros sagrados e na história universal.

A Bíblia Sagrada diz: " Entrementes os homens haviam se multiplicado na terra e lhes tinham nascido filhas. Os filhos de Deus vendo a beleza das filhas dos homens tomaram por esposas aquelas que mais lhe agradaram." (Gênesis)
Mais adiante temos:

"E havia naquele tempo gigantes sobre a terra e os houve também depois que os filhos de Deus se uniram às filhas dos homens e destas nasceram filhos; são estes os heróis famosos desde o tempo antigo." (Gênesis)

Os livros sagrados de Dzyan contam-nos que os primeiros homens na Terra eram filhos dos homens celestes ou Pitris e que os "Reis da Luz" ocupavam "tronos Celestes".

O Nihongi, Japão, descreve-nos seres divinos que desceram do céu, em "barcos celestiais", e se uniram às filhas dos homens. E também nos falam de uma "ponte celestial ou flutuante" entre o céu e a terra.

Zeus, Mercúrio e outros deuses gregos desciam do Olimpo para amarem as lindas mulheres da Grécia.

O Bundhasvamin Brihat Katha Shlokasanigraha, um antigo romance do Nepal, narra contos de seres divinos descendo do céu e seduzindo as mulheres e guerreando em seus "carros voadores".

Na Índia, o Rig Veda os conta histórias sobre "seres celestiais" que desciam à Terra para amar ou fazer guerra. O mesmo encontramos no Ramaiana, também da Índia, pois nos fala de histórias de seres do espaço com mulheres de nosso planeta.

Em muitas civilizações antigas, as virgens eram sempre destinadas aos deuses. Na Babilônia, segundo alguns autores, os Zigurats, altas torres, eram reservados aos deuses, para seus encontros com as virgens a eles destinadas. Na Grécia antiga, era costume de muitas outras mães solteiras dizerem que seus filhos tinham origem divina. Os Súcubos e íncubos na idade média apavoravam muitas mulheres e homens com suas seduções.

Podemos especular dizendo que esses contactos, entre homens de outros planetas e mulheres da terra, tinham uma finalidade de melhorar geneticamente as raças por eles escolhidas, pois, os cruzamentos entre parentes as degeneravam, atrasando a evolução. Por isso é que muitos povos tinham protecção dos deuses, ajudando-os até a lutar contra outros. No entanto, é difícil compreendermos tudo isso, porque o que citamos vai de encontro a dogmas religiosos de mais de dois mil anos.

Posteriormente, os seres extraterrestres que nos visitavam passaram a uma segunda fase de missões na Terra. Começaram a dar a humanidade noções de justiça, moral e ordem. Mas os homens daquela época não podiam conceber engenhos voadores, daí sempre vermos textos antigos a expressão: "O céu se abriu ". Imaginavam que atrás do céu, no espaço, estaria a morada de Deus, inacessível ao homem.

Porém, esse podia abrir-se e dar passagem a Ele ou a seus enviados para contactos com a humanidade. E os contactos sucediam-se e daí seleccionavam um líder e a ele eram dadas instruções para transmiti-las a seu povo. E desses contactos entre nave tripulante nasceram os anjos, santos e até o próprio "Deus", que era visto como "nuvem", "bola de fogo", com fumaça, trovões e relâmpagos. E assim surgiram as religiões...

Hoje conhecemos vários casos em que a nave, pousada ou próxima ao solo, projectava uma "coluna de luz", e os tripulantes foram vistos, entrando nesta coluna e eram "sugados" para dentro da nave, ou descendo através dela. Um tipo de elevador? (Nota de Aloysio Carvalho)
São especulações, mas não podemos admitir que seres espirituais precisariam de veículos que emitissem fogo para suas subidas e descidas do céu. Aviões e helicópteros não poderiam ser, já que nas mencionadas datas eles não existiam.

Vejamos o que a Bíblia Sagrada nos mostra:
"Um dia, tendo conduzido seu rebanho para o deserto, chegou ao Monte de Deus, Horeb, o Senhor ali apareceu em uma chama de fogo, do meio de uma sarça, Moisés via a sarça arder, sem se consumir." (Êxodo)
Nesse encontro com Deus, Moisés estava diante de uma luz, já que a expressão "sarça arder sem se consumir" exclui "fogo". Seria uma nave profusamente iluminada? Mas vejamos outros encontros que teve com Deus no Monte Sinai:

"Já chegava o terceiro dia e a manhã estava brilhando; Eis que começou a ouvir um estrondo de trovões, e relâmpagos apareceram; Uma nuvem densíssima cobria o monte, um soar de trombetas se fazia ouvir com estrépito e o povo que estava nos acampamentos experimentou um grande medo. Moisés conduziu-os para fora do acampamento ao encontro de Deus, e eles pararam ao pé do monte. Todo o Monte Sinai fumegava, porque o Senhor baixara sobre ele no meio de chamas; O fumo subia como se fora de uma fornalha e o monte inteiro incutia pavor." (Êxodo)

Experimente ler o texto novamente e trocar a palavra "Senhor" por "nave". É evidente que Moisés estava diante do pouso de uma grande nave, ouvindo o barulho de seus motores, vendo sua fantástica iluminação e o fogo que saia dos seus jactos propulsores, que chegavam a incendiar o solo do monte, provocando fumaça. E raciocine, isso aconteceu há mais de dois mil anos. Ali, Moisés ficou por 40 dias e 40 noites, sendo instruído para guiar o povo hebreu. Recebeu os "Dez Mandamentos", gravados em pedras, e enquanto isso o povo não podia aproximar-se do monte, veja:

"Desce e avisa ao povo para que não ouse ultrapassar os limites para ver o senhor, para que não morra um grande numero deles."
É claro que aqueles seres tinham medo da multidão, que poderia até danificar a nave. E, ademais, não queriam ser percebidos como seres físicos, daí é que somente Moisés entrava em contacto directo com eles. Vejamos outros textos bíblicos que nos mostram naves:
"O Senhor precedia-os para ensinar-lhes o caminho, de um dia, numa coluna de nuvens e à noite, numa coluna de fogo, a fim de lhes servir de guia dia e noite."

"O anjo do Senhor que precedia os bandos de Israel levantou-se para chefiar os grupos que iam atrás dele; Moveu-se com ele a coluna de nuvens, que estava à frente e seguiu atrás do povo, entre o campo egípcio e aquele de Israel, a nuvem era escura em um lado, mas do outro iluminava."

OVNIs guiando o povo hebreu, durante o dia com suas luzes apagadas e à noite acesas, nuvem e coluna de fogo. Daí, por esse motivo, é que a "nuvem era escura em um lado, mas do outro iluminava". Especulando, podemos dizer que seria um holofote dirigido para a frente.
Ezequiel teve um contacto onde ele descreve o seguinte:

"Eis que um vento de tempestade vindo do norte e uma grande e espessa nuvem com fulgurações de um fogo todo resplandecente; E ela encerrava uma espécie metal brilhante, que estava completamente inflamado.
Tinham também a semelhança de quatro seres vivos e eis qual era o seu aspecto: Pareciam-se homens. Cada um possuía quatro faces e quatro asas. As suas pernas, bem verticais, tinham cascos de bovinos e cintilavam como bronze polido (...)

E tais eram seus rostos. As suas asas estavam desdobradas, duas unindo-se em cima e duas cobrindo-lhes o corpo. Cada um andava em frente; Aonde o espírito lhes ordenava que fossem, elas iam; Não se viravam ao caminhar. E quando a estas criaturas vivas, dir-se-ia serem carvões em brasa ardendo como tochas e isso circulava entre os viventes, em fogo deslumbrante, e do fogo saíam clarões. E as criaturas vivas corriam em todos os sentidos, qual a faca.
Eu olhava para os viventes e eis, no solo, uma roda junto deles, sobre as suas quatro faces. O aspecto das rodas e sua matéria eram como tarxixe e todas as quatro eram parecidas; O seu aspecto e a sua estrutura eram como uma roda enganchada numa (outra) roda. (...)

Quando as criaturas vivas andavam, as rodas giravam também, ao lado delas, e quando as criaturas vivas se elevaram da terra, as rodas elevaram-se também. Para onde o espírito as impelia, elas iam, o espírito empurrando-as e as rodas elevando-se com elas; E quando se elevavam da terra, as rodas elevavam-se igualmente, porque o espírito de cada vivente estava nas rodas. Por sobre a cabeça das criaturas vivas havia como que um firmamento semelhante a um cristal cintilante, estendido por cima de suas cabeças.

E sob o firmamento erguiam-se suas asas uma contra a outra e cada qual tinha duas que lhe cobriam o corpo. E ouvi as suas asas ressoarem quando andavam, qual o ruído das grandes águas, qual o trovão do Todo Poderoso, qual o túmulo de um exército; Quando paravam, deixavam pender as asas e ouvia-se um ruído, que partia do firmamento estendido por sobre suas cabeças.
Por sobre o firmamento, que estava por cima de suas cabeças via-se como que uma pedra de safira, assemelhando-se a um trono; E sobre essa semelhança de trono parecia surgir um semblante de homem. No interior e por fora, vi como que metal brilhante, com aspecto de fogo, resplandecendo tudo ao redor."

A narração de Ezequiel, de onde extraímos os textos principais, nos mostra que ele teve um contacto com uma nave. Ele fala claramente nas suas luzes, seu sistema de propulsão, cúpula ou grandes janelas transparentes e a tripulação dentro da nave. É claro, isso numa linguagem como ele podia conceber naquela época, já que até um simples automóvel seria para Ezequiel uma aparição divina, ainda mais um OVNI. Ele também fala do ruído dos motores da nave, nas escotilhas da mesma e quando cita asas ele claramente nos mostra que o engenho podia voar. Não há duvida que Ezequiel teve seu contacto com um engenho oriundo de outros planetas.
São João, no Apocalipse, nos descreve um anjo que tinha olhos como labaredas e outro com um rosto como o sol e os pés como colunas de fogo. Muitos outros termos que nos levam aos OVNIs são citados na Bíblia, tais como: "tronos de fogo" , "braseiros consumidores" e "rios que jorram em montes de fogo".

Os livros de Enoque e Esra, que não figuram na lista de obras canónicas, também nos trazem contactos com seres de outros planetas. No livro de Reis, encontramos o seguinte:
"Continuando seu caminho entretidos a conversar, eis que de repente surge um carro de fogo, e uns cavalos de fogo, que os separam um do outro. E Elias subiu ao céu num turbilhão."
O texto nos dá a entender que Elias subiu ao espaço à bordo de uma nave, "um carro de fogo". Com Ezequiel também aconteceu um fato semelhante, vejamos:

"(...) aparência de fogo, resplendor com brilho de âmbar. Aquilo o levantou entre a terra e o céu e nas visões de Deus o levou a Jerusalém."
Daniel também teve seu encontro com um OVNI e o descreveu: " (...) Daniel, próximo ao rio Tibre, viu o Senhor: Era como berilo, com aparência de relâmpagos, olhos como lâmpadas de fogo e seus braços e pés de cor semelhante a cobre polido e som de suas palavras como uma multidão."
Os Celtas tinham Balder, filho de Odin, e sua mansão denominada largamente Brilhante. Os germânicos, Thor e seu martelo encantado e as Valquírias, cavaleiras mágicas que desciam de Asgard (céu). Na Índia o Rig Veda nos fala deDyas-Pitar, Indra com seu carro aéreo, com corcéis de crina de ouro e pele brilhante, os Maruts em seus carros dourados e Vayu com sua carruagem brilhante puxada por cavalos rubros como o sol. Vishnu, Puxam e Surya, juntamente com os Asvins que voavam em carros fulvos brilhantes e flutuavam por sobre o oceano, eram outros deuses indianos.

No Ramaiana, temos as aventuras de Rama na busca de Sita, sua esposa, em seu carro aéreo e dotado de armas mortíferas. No Mahabarata temos relatos de guerras espaciais com armas que só a ficção científica actual nos pode descrever. Os egípcios acreditavam que o faraó era um ser divino e Manetho, Sacerdote de On, no Aegyptica, diz que os primeiros reis eram deuses. O Shan-hai-ching nos fala de uma raça humana dotada de asas, chamadas Miao que por volta de 2.400 AC perdeu a capacidade de voar, depois de se desvaire com o Senhor do Alto, foi exilada. Seria uma lembrança da expulsão do primeiro homem do Paraíso?
Os índios Hopis, dos Estados Unidos, acreditavam que seus ancestrais vieram de outros planetas, Os Navajos e Sunis, também dos Estados Unidos, veneravam deuses louros e acreditavam em outros mundos no cosmo. O "Thunderbird" (Pássaro Trovejante) é uma lenda entre muitas tribos da América do Norte.

Os Noothaus falam da visita de um deus que veio numa "canoa de cobre", e os Pawnees, em um ser que brilhava com estranhas radiações. Quetzalcoaltl fez maravilhas no México e os Maias os chamavam de Kukulkan, os quichuas da Quatemala, de Gucumatz e no Peru foi conhecido como Viracocha, na Colômbia como Bochica e os Polinésios, de Wakee. Os índios Machiguengas do Peru falam no "povo de céu" que veio por uma "estrada brilhante".

Na América do Sul existem centenas de lendas que nos falam de seres que desceram do céu e viveram entre os índios. No Brasil, temos o Bacororo e Baitagogo, dos índios Bororós. Os Kadweus, do Mato Grosso, falavam de Karana. Os Caiuás tinham o Baira, porém o Guaricana era um ser sagrado que vinham curar os enfermos. Jupari foi um dos deuses indígenas brasileiro mais cultuados. Mas, quando o homem branco chegou, para catequizá-los, transformaram-no em um "espírito do mal". Os índios diziam que Jupari era filho de Ceuci, nome que davam as Plêiades.

Sumé também foi outro deus civilizador das tribos brasileiras e diziam que sua morada sagrada era Itaoaoca. O Dr. João Américo Peret colheu entre os índios a lenda de Bebgororoti, Era um ser que vestia o Bo (traje) e levava à mão a Kob (arma). Viveu entre os índios e quando foi embora, na serra de Punkato-Ti, ouviu-se um grande estrondo e Bebgororoti desapareceu nos ares, envolto em fumaça, chama e trovão. E o mais interessante é que quando os índios relembram Bebgororoti, fazem uma roupa que se assemelha a dos astronautas actuais em suas festividades.

Além da presença marcante de deuses físicos em toda a história da humanidade, os OVNIs também foram denominados de aves, répteis e animais voadores, principalmente pelos indígenas. Tivemos Boitat , Mbai-Tat (cousa de fogo), Mboi-Guaçú (cobra grande), Nhandutat (pássaro de fogo - "Thunderbird"), Carbúnculo (lagarto de fogo), etc... tudo isso no folclore brasileiro. Já os civilizadores os situaram no campo sobrenatural e criaram Mãe do Ouro, fantasmas, luzes fantasmas, Fogo Corredor, Curacanga, Mulher de branco, Alamoa, João Galáfuz e dezenas de outros mitos, por todo o território brasileiro. No início do século, criou-se uma denominação interessante para os OVNIs, a do Carro Fantasma. Um veículo que assombrou muita gente nas estradas intermunicipais.

Na história universal, encontramos milhares de relatos que nos falam sobre os OVNIs no correr dos milénios. No entanto, apesar de se fazerem presentes na história de todos, muitos não crêem na sua existência. E se assim o fazem é porque querem ainda considera-los como oriundos do céu, divinos. Não queremos dizer com isso que Deus é astronauta, pelo contrário, queremos dizer que Deus é o criador de tudo que existe e que não precisa de naves para vir ao nosso planeta...

Nota:

Só a difusão de todo o conhecimento que formos colectando prepara as pessoas para o embate do contacto com civilizações onde a harmonia com o meio ambiente é a nota comum entre eles.


ETs seriam os responsáveis pelo surgimento da espécie humana

Quando iniciei minha busca por uma compreensão mais ampla do que existia por trás da presença extraterrestre em nosso planeta, eu já tinha uma certeza a este respeito, que aparentemente havia nascido comigo. Tal certeza era de que, de uma maneira ou de outra, a humanidade terrestre tinha algum tipo de ligação com algumas das civilizações que se manifestam em nossos céus nos chamados discos voadores – principalmente se considerarmos as evidências de tais ocorrências em nosso passado mais remoto. Uma idéia muito corrente dentro da Ufologia, defendida por pesquisadores e ufólogos que também vêem sentido neste tipo de relacionamento – não só em nosso país, mas também no exterior –, é de que nossa espécie seria nativa da Terra, fruto de uma evolução inicial ocorrida em termos naturais, dentro dos princípios da Teoria da Evolução fundamentada por Darwin. Mas tal evolução teria sofrido uma intervenção de seres extraterrestres, que em determinado momento do passado teriam alterado a estrutura genética da espécie humana.


Esses estudiosos defendem que determinadas raças extraplanetárias seriam responsáveis pelo salto evolutivo que permitiu o aparecimento de nossa espécie como a conhecemos. O Homo sapiens sapiens, como é conhecido cientificamente o homem moderno, teria surgido como resultado de tal intervenção alienígena na estrutura do DNA de algum hominídeo mais avançado. O principal patrono desta teoria foi o suíço Erich von Däniken, cujos livros causaram muita influência em minha adolescência – na verdade, passei a usar essa mesma tese como base para minha busca de entendimento da complexa fenomenologia ufológica. Mas, com o passar dos anos, fui tendo contato com outras fontes de informações que pareciam revelar que nossa humanidade era muito mais antiga do que se pensava, que começaram a surgir mediante os contatos diretos que estavam sendo realizados em várias partes do planeta com tripulantes de UFOs.
De início, houve certa resistência da minha parte, eu diria até natural, em relação à essas idéias alternativas, que pelo menos parcialmente eram diferentes daquelas que eu havia abraçado como ponto de partida, como base de minhas conjecturas sobre o enigmático passado de nossa humanidade. Mas com o passar do tempo fui sendo vencido pelas evidências, e algumas delas se apresentam fartas até mesmo em nosso país. Assim, tenho ainda hoje a lembrança perfeita do dia em que, pela primeira vez, vi o “casal do disco voador”, como chegaram a ser conhecidos na época, Hermínio Reis e sua companheira Maria Aparecida de Oliveira, a Bianca, no programa Flávio Cavalcante, do hoje saudoso apresentador carioca. Semana após semana, nas noites de domingo do fim dos anos 70, a história do contato do casal com a tripulação de um UFO foi mostrada ao público e amplamente debatida, gerando grande audiência em todo o país. Mas a parte mais reveladora daquela experiência, pelo menos em minha opinião, não chegou a ser tratada durante as apresentações na TV, aparentemente por falta de interesse do casal.

Um homem de fé frente a ETs

Hermínio, por exemplo, quando teve sua experiência de contato com aqueles estranhos seres, era um homem de fé, membro das Testemunhas de Jeová. Esta linha religiosa defende que os UFOs existem, como fazem outras vertentes do movimento evangélico brasileiro, mas seus dirigentes alegam que teriam origem demoníaca. Assim, as informações recebidas durante o encontro de Hermínio e Bianca com ETs eram mais que revolucionárias para eles: elas entravam em choque de maneira impactante com suas crenças. Simplesmente não havia como falar delas naquelas edições do programa Flávio Cavalcante, ou pelo menos foi esta a opção seguida.
Conheci o pessoalmente casal um pouco depois, já dentro de um ambiente ufológico, em junho de 1979, quando fazia minha estréia como conferencista dentro do I Encontro Nacional de Teses Ufológicas, realizado no centro de convenções do Hotel Intercontinental na cidade do Rio de Janeiro. Meu trabalho foi um dos premiados na ocasião, quando estavam presentes os maiores investigadores da época, como o general Alfredo Moacyr de Mendonça Uchôa, a professora Irene Granchi, o autor Fernando Cleto Nunes Pereira e outros, que tive a oportunidade de conhecer. Ali, naquele meu primeiro evento na área, estava também o casal Hermínio e Bianca, um dos principais destaques. Eles prestaram um depoimento detalhado de sua experiência de contato e elevaram ainda mais o interesse de todos por tal fato.

Segundo o relato feito por eles, sua fantástica experiência começou na noite de 12 de janeiro de 1976, por volta das 18h00, quando Hermínio e Bianca saíram do Rio de Janeiro (RJ), onde residiam na época, rumo a Belo Horizonte (MG), para uma curta viagem. Quando já se encontravam em Minas Gerais, próximos da cidade de Matias Barbosa, decidiram parar o carro, um esportivo Karmann Ghia, no acostamento de um trecho da rodovia que ainda não havia sido inaugurado. A interrupção da viagem se deu porque Hermínio sentia necessidade de descansar um pouco, mas ele acabou dormindo. Bianca, que já havia descansado durante a parte inicial da viagem, ficou acordada e atenta. Aproximadamente às 23h30, ao olhar para o horizonte, ela notou uma luz vermelho-alaranjada no céu, que a princípio parecia um balão junino. O objeto movimentava-se lentamente, entrando e saindo das nuvens que cobriam o céu parcialmente. Por vários minutos Bianca permaneceu observando a trajetória daquele objeto. Após baixar os olhos para apagar seu cigarro, perdeu contato visual com a luz, porém na hora não deu muita importância ao fato, imaginando que fosse mesmo um balão e que ele poderia ter caído atrás do morro, sobre o qual antes estava sendo observado.
Algum tempo depois, uma luz intensa foi observada por ela bem em frente ao carro, numa baixada. Mas a luminosidade foi desaparecendo de maneira tão inesperada como havia surgido, ao mesmo tempo em que era percebido um zumbido estranho no ar. A intensidade da luz fez com que Bianca esfregasse os olhos ardentes. Hermínio ainda dormia quando, logo em seguida, um grande aparelho veio em direção ao veículo. Bianca acordou seu companheiro aos gritos, já totalmente fora de si, acreditando que um avião estava caindo sobre eles. Sem que se saiba como, o UFO sugou o carro para seu interior, levando o casal junto. Em seguida, o artefato alçou vôo e adentrou noutra nave ainda maior, quando o casal foi finalmente retirado do automóvel e conduzido por dois seres até um compartimento muito amplo, onde pôde ver várias outras naves estacionadas. Logo após isso, foram conduzidos até um local onde havia algumas poltronas, nas quais sentaram. Os tais seres colocaram capacetes em suas cabeças, dos quais saíam fios que se conectavam a um aparelho que lembrava um computador de grande porte da década de 70. Era um aparelho aparentemente destinado à tradução simultânea.

Usando o mesmo tipo de capacete e ligados à mesma máquina, os tripulantes da nave tiveram uma longa conversa com Hermínio e Bianca, com a transmissão de muitas informações tanto de um lado como de outro. Um dos seres se identificou como Karran e, o outro, como Zir. Karran foi descrito pelas testemunhas como tendo aproximadamente 2 m de altura, pele morena na cor de jambo, cabelos lisos e escuros. Seus olhos eram grandes, redondos e verdes, e tinha a boca e o nariz proporcionais ao corpo, como os seres humanos. Apesar de ser muito alto, o corpo de Karran era muito semelhante ao de um homem comum, embora de aparência bastante forte. O ser estava vestido com um macacão de cor branca, no qual não era percebida qualquer costura ou emenda, e usava sapatos da mesma cor. A conversa seria apenas o início de uma fascinante experiência que viveriam Hermínio e Bianca, ele pastor evangélico e ela dona de casa.

Dois dias depois de seqüestrados, o casal foi deixado dentro do próprio veículo em uma estrada de terra não muito longe do local onde tudo começou. Foram longas horas de espera para um desfecho da situação. Entre as informações recebidas por Hermínio e Bianca estavam claras referências à natureza espiritual do homem e do universo em que nós e eles – a espécie de Karran – vivemos. Detalhes impressionantes sobre a origem da humanidade também foram transmitidos aos abduzidos, fatos que, de início, pareciam histórias de ficção científica, mas que nossos estudos comparativos – dentro de áreas como a paleontologia, a antropologia e a arqueologia – acabaram por dar validade, como comentaremos um pouco mais a frente. Por exemplo, segundo teria sido dito por Karran, civilizações habitando outros mundos já vinham visitando a Terra desde remotas épocas. O ser disse a Hermínio e Bianca que nosso planeta já tinha vida vegetal e animal, mais de um tipo inferior. Assim, tais civilizações teriam estudado o clima terrestre, suas condições ambientais e características geológicas em geral, chegando a conclusão de que a Terra teria condições favoráveis para passar por um processo de colonização – assim como outros mundos que também estavam sendo visitados.

Semeando vida na Terra

Aqueles visitantes cósmicos, a quem Karran se referiu, resolveram então semear formas de vida vegetal e animal mais avançadas na Terra, que eram provenientes dos mundos que participariam diretamente, mais tarde, de um futuro processo de colonização. Quando as condições do planeta já estavam favoráveis e permitiam uma intervenção mais profunda, cada grupo de colonizadores alienígenas se estabeleceu em lugares onde o clima era mais próximo ao de seus mundos de origem. Neste ponto das revelações de Karran, Bianca lhe interrompeu e perguntou por que, se o que ele estava falando era verdade, os colonizadores haviam abandonado o homem à sua própria sorte, uma vez que é claro que o experimento não fora concluído. O ser teria lhe explicado que isso nunca aconteceu e que nossos próprios registros confirmavam tal realidade. “Nossa presença foi sempre sentida em seu mundo. Em todas as épocas, sempre estivemos aqui. Mas num tempo ainda desconhecido do homem da Terra, por razões que não pudemos evitar, o planeta luz [Uma referência ao Sol], emitiu uma forte descarga de energia que atingiu seriamente seu planeta e todo o Sistema Solar”, teria dito Karran.

Diante da insistência de Bianca, ele completou dizendo, sempre através dos capacetes e da máquina de traduções, que as emissões de energia teriam impedido qualquer viagem de socorro à Terra, “devido a barreiras magnéticas que se formaram em torno do planeta, como também em torno de todos os corpos do Sistema Solar, bloqueando os canais de comunicação e ligações”. Karran disse que a Terra ficou “desligada” e sem nenhuma ajuda cósmica por aproximadamente 3 mil anos de nosso tempo. “Nossas naves não tiveram condições para romper essa grande intensidade de energia, desprendida pelo planeta luz [Sol], que atingiu a atmosfera e danificou grandemente o sistema de proteção da vida no seu mundo”. A história continua com o ET explicando que aquele acidente com o Sol teria provocado grandes prejuízos para a humanidade. Entre eles, teria causado o deslocamento do eixo original de rotação da Terra, originando grande destruição. Vastas extensões de mares e oceanos teriam trocado de lugar com áreas de terra, invadindo e destruindo as cidades que aqui já existiam, e também extinguindo quase todas as espécies de vida. Igualmente, os dias teriam ficado mais curtos, a partir do aumento da velocidade de rotação do planeta.
Retomando a colonização

Mas o pior problema, o que teria provocado maiores dificuldades, fora a ruptura de uma das camadas protetoras de nossa atmosfera que envolviam e protegiam nosso planeta, o que permitiu a passagem de um excesso de emanações provenientes do Sol. “Tais radiações acabaram por provocar sérios danos no cérebro dos que sobreviveram às catástrofes”, disse Karran a Hermínio e Bianca. A ruptura naquela camada atmosférica teria sido causada por um incremento na atividade solar, um excesso de explosões no astro. Quando as condições chegaram finalmente próximas da normalidade, três milênios depois, foi possível àqueles grupos de extraplanetários, que haviam participado do projeto de colonização do planeta, voltarem a manter contatos. “As pessoas que havíamos deixado na Terra não existiam mais, e as gerações que restaram não nos reconheciam, chegando mesmo a nos confundir com deuses. Todos estavam embrutecidos e inconscientes. Tentamos ajudá-los, cedendo novamente muitos de nossos recursos e informações, mas quando recusávamos qualquer gesto de adoração de sua parte, ficavam furiosos e se negavam a aceitar que não éramos criadores ou deuses, e sim pessoas iguais a todos”, disse Karran aos abduzidos. Mas não parou por aí. “Por isto, não havendo condições para que pudéssemos corrigir esse defeito, recebemos instruções para nos afastarmos do homem de sua Terra”, finalizou. O ET confirmou ainda a existência de uma realidade espiritual por trás da matéria, afirmando a realidade dos processos reencarnatórios. Tais informações provocaram um grande impacto nos protagonistas do caso, de rígida orientação religiosa.

Nova visão sobre nossas origens

Karran teria ainda explicado a Hermínio e Bianca que a falta de consciência por parte do ser humano que vive hoje na Terra, em relação às suas vidas pregressas, estaria relacionada aos efeitos gerados pelo citado acidente solar. A catástrofe teria provocado uma mutação genética que fizera com que as gerações seguintes, surgidas dos poucos sobreviventes do cataclismo inicial, mantivessem em sua estrutura biológica características físicas que passaram a limitar nossas percepções. Segundo Bianca, Karran teria dito claramente que sua raça não possui esse tipo de limitação. Afirmou que, com o passar dos anos, quando seus corpos biológicos se desgastam e a matéria morre, reencarnam em um outro corpo trazendo consigo toda a bagagem de conhecimentos e lembranças de encarnações anteriores. O ser humano, ao contrário, renasce sem qualquer memória do que lhe aconteceu em vidas pregressas.

Toda essa fantástica história podia ser apenas uma elucubração, uma criação de mentes imaginativas, como se poderia atribuir a Hermínio e Bianca. Mas existem muitos elementos em áreas distintas do conhecimento, inclusive acadêmicas, que parecem revelar a possibilidade de estarmos diante de informações no mínimo merecedoras de um estudo mais profundo. Em três dos meus livros abordei de maneira detalhada as análises que fiz em cima dessa nova visão sobre nossas origens. Existem fartas evidências nas áreas da paleontologia, da antropologia e da arqueologia que fundamentam não só as informações recebidas pelo casal durante a experiência iniciada em Matias Barbosa, como também informações obtidas em muitas outras experiências de contato, no Brasil e exterior, onde a idéia da origem cósmica da vida terrestre também encontra respaldo – inclusive como explicação para a presença alienígena na Terra na atualidade.

Por exemplo, existem pegadas de pés calçados achadas solidificas em camadas geológicas com milhões de anos, que indicam a presença de seres semelhantes ao homem atual, usando botas, em períodos geológicos anteriores até mesmo ao aparecimento de nossos mais antigos ancestrais. Como isso seria possível? As pegadas mais antigas até hoje datadas remontam ao próprio período da chamada explosão cambriana, quando a vida começou a se multiplicar de maneira repentina, permitindo o aparecimento de novas formas e espécies. A paleontologia já comprovou, mediante estudo de registros fósseis, que a vida na Terra não sofreu uma evolução gradual e natural, ao contrário do que muitos ainda pensam. As evidências mostram justamente o contrário, ou seja, saltos repentinos no tal processo evolutivo. Espécies vegetais e animais simplesmente desapareceram inexplicavelmente e foram substituídas por outras muito mais avançadas, sem o menor sinal de formas intermediárias. Essa realidade já havia sido notada no final do século XIX pelo próprio naturalista Charles Darwin, levando-o a questionar a própria validade de sua teoria, conforme pode ser constatado em seu último livro.
Karran informou que, quando os colonizadores puderam finalmente voltar à Terra, foram recebidos como deuses. E explicou o princípio da reencarnação.

Arranjos cada vez mais complexos

Outra informação surpreendente é a constatação de que as espécies mais antigas de vida terrestre, achadas no planeta na forma de fósseis, já eram suficientemente evoluídas e não podiam simplesmente ser aquelas que teriam surgido quando as moléculas começaram a se juntar para criar a primeira fita de DNA, e conseqüentemente os primeiros organismos unicelulares. O que ocorre, como se sabe hoje, é que a busca de explicação para o que não se compreende leva os cientistas a pegarem as teorias vigentes e trocarem Deus pelo acaso, e este acaso foi o que passou a ser responsável pela realização de vários “milagres” de nossa evolução. Pronto. Se atribuir a Deus a evolução humana tornava a ciência vulnerável à críticas, o acaso poderia servir de boa desculpa para novas considerações. Teria sido por obra do acaso que as moléculas começaram a se juntar, formando arranjos cada vez mais complexos. Como também é obra do acaso a evolução química do universo, que permitiu o salto para evolução biológica na Terra. E pensado assim, o próprio Big Bang também teria acontecido por acaso...

Enfim, aquilo que nossa ciência não consegue explicar, por não poder admitir na prática que o planeta Terra não é algo apartado do resto do universo – e que pode ter sofrido processos de intervenção externa –, ela soluciona dessa maneira absurda e pretensiosa. E este problema, dos inexplicáveis saltos evolutivos nos registros fósseis encontrados na Terra, não está restrito às espécies da vida vegetal e animal estudadas pela paleontologia. Se formos examinar os esquemas antropológicos criados para explicar o aparecimento do homem, as coisas ficam ainda mais difíceis de serem digeridas. O primeiro fato que se descobre é que não existe apenas um “elo perdido”, mas vários. Basta dizer que o estudo dos fósseis de nossos supostos ancestrais, realizados ao longo de mais de 100 anos, agora estão sendo questionados pelos resultados de estudos desenvolvidos na área da genética, realizados a partir de fragmentos de DNA de alguns desses ancestrais.
Agora, segundo tais conclusões, todos nós descendemos de um antepassado comum da raça negra, que viveu na África e cujos descendentes começaram a migrar para outras partes do planeta. E simplesmente por causa da diferença na incidência dos raios solares e de outros aspectos climáticos nas diferentes áreas do globo, em questão de alguns milhares de anos aqueles descendentes teriam dado origem às raças atuais. Esta é a teoria vigente, mas quem pode acreditar em algo assim?
Surgimento de várias raças humanas

No esquema antropológico anterior, baseado exclusivamente nos estudos dos fósseis de nossos supostos ancestrais – e que já era difícil de ser aceito –, se defendia a idéia de que o chamado Homo erectus [Um de tais ancestrais] surgira há quase dois milhões de anos, quando começou a migrar para fora da África. Teria sido a partir daí que, sujeito às mesmas diferenciações ambientais, deram origem às várias raças humanas. Aquelas populações que continuaram a evoluir na África mantiveram a cor negra, o que não aconteceu dentro do processo evolutivo vivido por aqueles que haviam se espalhado por outras regiões do planeta. Como se vê, a única diferença entre o que se defendia antes e o esquema antropológico atual é que a teoria anterior revelava que as modificações que deram origem às raças atuais teriam ocorrido ao longo de centenas de milhares de anos, enquanto a vigente afirma que isso ocorreu em poucas dezenas de milhares de anos. Certamente, isso torna as coisas mais difíceis ainda de serem aceitas.

Como vimos na mensagem recebida durante o contato imediato que discutimos neste artigo, cada uma das raças humanas que vieram de fora teria se estabelecido na região do planeta que tinha condições ambientais mais semelhantes às de seus mundos de origem, e quando degeneraram, em decorrência dos citados cataclismos, evidentemente mantiveram algumas destas características raciais originais. Assim, quando o processo de intervenção genética corretivo – implementado pelos extraplanetários com o objetivo de fazer o homem ressurgir em sua plenitude – propiciou o reaparecimento de nossa espécie, tais características raciais diferenciadas continuaram a se manifestar.

Como defendo em meus livros, que abordam de maneira detalhada esse aspecto misterioso de nossa evolução – e ao mesmo tempo fundamental para a compreensão da presença extraterrena na atualidade –, o chamado Homo erectus de nossa antropologia seria o representante imediato, o descendente degenerado dos colonizadores de nosso planeta. E teriam sido esses os que passaram inicialmente a sofrer o processo de intervenção genética, dando origem, a partir de outro salto evolutivo, ao chamado Homo sapiens primitivo. Tal processo de intervenção genética em nossos ancestrais biológicos acabou resultando no reaparecimento do homem, e ainda hoje está em curso em sua fase final, mediante as abduções. As intervenções alienígenas são realizadas, em minha opinião, para libertar o homem e a humanidade de sua incapacidade de acessar, após cada nova encarnação, memórias de vidas pregressas, assim como para permitir-nos relembrar o tempo em que cada um de nós passaria na “casa”, uma espécie de “matriz espiritual” do universo, mencionada em alguns contatos.
Não tenho a menor dúvida de que são casos como o do casal Hermínio e Bianca, seqüestrado nas proximidades de Matias Barbosa, e os estudos que podem ser feitos em cima de informações recebidas em experiências do gênero, que nos ajudarão a encontrar definitivamente o nosso verdadeiro lugar dentro do universo, e entender o sentido da presença destas naves e suas tripulações em nosso tempo.

O elo entre Ufologia e Espiritualidade

Em 1959, Friedrich Jurgenson, durante uma gravação de gorjeio de pássaros, registrou acidentalmente estranhas vozes, que acabaram classificadas como provenientes do além. Era o início do que hoje é conhecido como transcomunicação instrumental (TCI). Conduzindo pesquisas nessa área, a brasileira Sonia Rinaldi obteve uma série de incríveis revelações, manifestadas através de um espírito que se identificou como Gregório, que interessam aos espiritualistas e, notadamente, aos ufólogos.

Conforme Gregório, há uma imensa cidade espiritual situada sobre a região norte da Europa, onde viveriam os cientistas que um dia habitaram a superfície terrestre. Eles desenvolveriam estudos e planejariam futuras encarnações na Terra, para continuar trabalhando no aprimoramento tecnológico e auxiliando a evolução humana. Ainda segundo o espírito, há também uma grande plataforma – uma espécie de discoporto – onde seres da estrela Aldebaran costumariam aportar. O astro, o mais brilhante da Constelação do Touro, estaria a 60 anos-luz de nosso planeta.

No livro Missão Alpha I, de autoria de Gregório e psicografado por Sonia Rinaldi, obtemos a descrição de um contato ocorrido nesse discoporto: “Enquanto a comitiva aguardava os visitantes da Constelação do Touro, uma gigantesca nave materializou-se diante da plataforma. Alguns se surpreenderam, mas um dirigente explicou que os seres de Aldebaran não utilizavam a locomoção contínua, porém dominavam o espaço e o tempo. Logo, a atenção voltou-se para uma passagem luminosa que se abria na nave. E então surgiu um foco de luz e, atrás dele, outro. São eles?, perguntou alguém. Novamente o dirigente explicou: ‘Nossos irmãos têm um grau evolutivo que hoje os faz assemelharem-se a pequenos sóis. Eles irão transfigurar-se em nosso biótipo, para facilitar seu trânsito entre nós e também sua comunicação conosco’ ”. A luz que emanava dos focos radiantes passou a alterar sua cor e a freqüência de suas vibrações. Tudo indica que era uma espécie de diálogo telepático com o dirigente.

Visitantes de Aldebaran
Continua o relato: “Em seguida, utilizando um dos presentes como modelo, os focos se transformaram em duas figuras resplandecentes com traços humanos e habilitados para falar”. Esses visitantes de Aldebaran teriam finalmente se encontrado com os cientistas desencarnados, apoiando o projeto de aprimoramento das técnicas de TCI para contatos entre os mundos sutis e físicos. De qualquer forma, independente da TCI, a Ufologia moderna classifica os contatos de graus elevados com seres extraterrestres de maneira a se compreender melhor sua manifestação.

Enquanto a classificação clássica do astrofísico J. Allen Hynek descreve os contatos com ETs de maneira diversa, certas correntes da Ufologia atribuem a classificação CI-4 para abduções variadas e CI-5 para os contatos ditos paranormais, onde a sigla CI significa contato imediato. Segundo essa interpretação, podemos identificar pelo menos quatro tipos de seres extraterrestres e diferentes maneiras de como viveriam entre nós:
 Infiltrados — São aqueles que, de acordo com suas necessidades, misturam-se ao povo como cidadãos quaisquer, observando e atuando sem que percebamos sua existência. Sua aparência pouco difere da nossa, tendo em geral olhos um pouco maiores, estatura avantajada e tipo físico nórdico ou europeu. Esses seres teriam um estranho comportamento, sendo envoltos em uma aura de mistério. São carismáticos ou lacônicos, mas tipicamente diferentes, e interagem conosco de modo inesperado.
 Entrantes — Estes seriam seres que, após a saída do espírito natural de um corpo físico, tomariam conta da matéria para realizar seus trabalhos. Sua característica é a mudança total do comportamento do indivíduo, já que não é efetivamente a mesma pessoa de antes. Essa troca pode ocorrer durante o sono, num acidente ou mesmo na morte. Seus olhos são estranhos e, quando encarados fixamente, podem apresentar quatro pupilas sobrepostas, uma vez que o “encaixe perispiritual” na hora da substituição nunca é perfeito.
 Dimensionais — Atuariam principalmente em áreas acima das três dimensões conhecidas. Adensariam no plano físico por manipulação dos padrões vibratórios da matéria e dominariam a transformação de partículas em ondas e vice-versa, técnicas que nossa física ainda trata no campo hipotético. Esses seres se locomoveriam livremente, rompendo a barreira da luz e do espaço-tempo, acessando pessoas ou locais de forma imediata. Mantêm um complexo aparato tecnológico invisível ao nosso rastreamento, via radar ou satélites, orbitando o globo e instalados em locais subterrâneos, picos de montanhas e o fundo dos oceanos.
 Encarnados — Estes seres que se dividem em conscientes e inconscientes. Os primeiros são uma pequena minoria que, apesar de nascidos de forma usual e terem uma vida aparente normal, têm consciência de sua natureza estelar. Muitos mantêm contatos desde criança com inteligências extraterrestres ou dimensionais. Têm firme determinação e realizam tarefas específicas junto à sociedade. Trabalham em processos de cura, métodos alternativos, paranormalidade ou mesmo dentro da Ufologia.

Às vezes, despertam repentinamente na vida adulta, abandonando planos já traçados e mudando radicalmente os rumos de seu destino. Começam a manter contatos telepáticos ou a canalizar mensagens com variadas abordagens e temas. A grande maioria desses seres é insuspeita e permanece desconhecida da Ufologia convencional, apesar de ser atuante dentro a missão a que se propuseram.

Já os encarnados inconscientes teriam uma insatisfação inexplicada, por não possuírem lembrança clara de sua natureza, origem ou missão. Independentemente disso, dedicam suas vidas à busca de respostas, pesquisa contínua ou à espiritualidade. Mesmo sem perceber, são às vezes direcionados a realizar projetos culturais, sociais e de auxílio humanitário. Sentem uma solidão interior muito grande, juntamente com um fascínio demasiado pelas estrelas e o universo. Esses encarnados inconscientes se uniriam a grupos de pesquisas astronômicas, esotéricas ou ufológicas, onde se destacam e se contrapõem a interesses movidos meramente pela curiosidade, egocentrismo, fama ou lucro.

Teriam certa dificuldade em relacionar-se com outras pessoas no mundo atual, pois vêem com clareza que nossa civilização ainda está num espantoso grau de barbárie. Seriam afetados psicossomaticamente pela natureza violenta do cotidiano, pela insensatez da mídia e a alienação generalizada. Mantêm contatos outras formas de consciência, através de desdobramento, meditação e outros estados alterados, assimilando o conhecimento necessário às suas vidas ou contatando entidades da mesma origem que a sua.
Almas peregrinas

Em sua natureza essencial, todos os seres humanos são ao mesmo tempo espirituais e extraterrestres. São almas peregrinas viajando pelo Cosmos, numa jornada aparentemente evolutiva. A diferença entre eles é que alguns já experimentaram viver em muitos mundos diversos, fazendo parte de várias civilizações. Eles são, portanto, carregados de bagagem e capazes de repassar conhecimentos nos orbes em que encarnam.

Numa visão espiritualista, os humanos seriam faíscas divinas formatadas em modelos biológicos, ou seja, efetivamente perfeitos pela própria origem. Ao redescobrir e aceitar esta verdade fundamental, a pessoa pode almejar a retirada de todo o imenso conteúdo de conceitos psicossociais que possui, que fortalece o ego e reduz a essência divina do ser, acorrentando sua consciência.
Envolvido por falsos deuses, enganado por sociedades secretas e mantido cativo por religiões e governos – um movimento gigantesco que alguns chamam de Matrix –, o ser humano é arrebanhado e retido como um animal em cativeiro. Tem pouca ou nenhuma informação sobre sua origem, missão e destino. E sabe menos ainda sobre os detalhes do conjunto dos demais seres que, como ele, constituem a raça humana. Assim, somente ao tentar quebrar todas essas correntes de forças, impostas contra nossa vontade ou nossa consciência, poderemos vivenciar uma realidade cósmica superior, livre de amarras e livre, inclusive, da atuação nefasta de seres extraterrestres descompromissados com nosso bem-estar.
Sobre isso, vejamos um caso ocorrido na década de 70, nos arredores da Floresta Nacional de Ipanema, em Araçoiaba da Serra, uma típica cidade interiorana à 120 km de São Paulo. Vamos chamá-lo apenas de Caso Maestro. A Floresta, sediada na Fazenda Ipanema, abriga um conjunto de monumentos históricos de grande relevância para nosso país. Foi nesse local que aconteceu uma sucessão de fatos insólitos com bolas e formas luminosas, seres avançados e outras “realidades”. O protagonista desses episódios é pessoa culta, bem formada e inteligente, até então totalmente cético quanto a possibilidade de tais manifestações.

Com espírito crítico e questionador, deparou-se com seres dimensionais que transformariam sua pessoa. Certo dia, em seu sítio, Maestro avistou um UFO do qual surgiram duas formas humanóides pouco definidas no contraste da noite. Eles se comunicaram com a testemunha através do que chamamos de “pacotes de informação mental”, uma espécie de telepatia em que idéias, dados e sua compreensão são transmitidos de forma aglomerada, impossível de explicar. Este foi o primeiro de uma série de encontros, através dos quais surgiu para o protagonista a possibilidade de contatar sua verdadeira essência humana.

“Compreendi que há um grande poder que não se manifesta fora do ser vivo. Ele está adormecido dentro de nós e espera que o despertemos. Sua força é ilimitada e pode gerar capacidades que a imaginação nem sabe conceber. Uma vez devidamente solicitado, esse grande poder nos fornece faculdades novas e fabulosas”, disse Maestro.

O contato em Araçoiaba da Serra progrediu e os seres se comunicaram várias vezes com a testemunha. Entre outras coisas, falaram sobre algumas das possibilidades latentes em nossa natureza essencial. Descreveram a Maestro como se tornar invisível, ágil ou ubíquo, e como se transformar em algo imponderável e indestrutível pelo fogo ou outro elemento. Falaram ainda sobre como é possível se comunicar através da mente com qualquer outro ser vivo. Para essas criaturas, mover massas colossais e visitar qualquer parte do universo era algo comum. Por sua natureza, são imortais e podem dar novas formas a si mesmos. Poderiam ainda materializar-se em qualquer lugar, interferir nos acontecimentos e perceber tudo à distância.
E o mais importante de tudo é que todas essas façanhas, segundo os estranhos visitantes, também estariam à disposição dos seres humanos, pois também teríamos poder para isso. Porém, é preciso antes aprender a agir de maneira sublime, livres das amarras do ego, que deseja tudo para si. E agir de forma sublime é colocar como prioridade as necessidades da nossa espécie, da humanidade ou do conjunto dos seres vivos em geral, em detrimento de nossas necessidades individuais. Essa premissa nos remete à oração de São Francisco de Assis, que garantia que “...é dando que recebemos; é perdoando que somos perdoados; e é morrendo que nascemos para a vida eterna”. Morrer, nessa expressão, significa vencer nosso ego.
Conexões holográficas

Nada no universo está desligado de um conjunto. Tudo faz parte de tudo. O universo, na verdade é um holoverso – de natureza holográfica – onde o todo está nas partes, ínfimas que sejam, e essas partes interagem com o todo. Ao tentar comprovar essa definição, a ciência hoje postula a Teoria dos Campos Morfogenéticos, nos quais os seres vivos interagiriam e influenciariam uns aos outros, independente das distâncias que os separam. Quando um ser de uma determinada espécie assimila algum conhecimento, o conjunto de todos os seres dessa mesma espécie, de alguma forma intangível, cresce juntamente. Todos os membros dessa comunidade acabariam por assimilar o mesmo conhecimento, em qualquer lugar em que estejam.
Nesse holoverso não há coincidências: tudo tem uma razão coerente de ser, um sincronismo perfeito. Portanto, muito do que é classificado hoje como algo místico, poderá num futuro próximo ser considerado ciência pura. Somos seres formados basicamente de água e, portanto, sujeitos a “marés internas” – tanto quanto em nosso planeta as manifestam as marés oceânicas, por influência da gravidade da Lua. Nosso satélite há milênios encaixa-se perfeitamente sobre o Sol, produzindo eclipses exatos. Protetora natural da Terra, a Lua absorve para si quase a totalidade de meteoros que pretendiam atingir nossa superfície.

E ainda assim a ciência vê nesse processo um mero acaso, como a própria origem da vida no planeta. E utiliza o princípio da Navalha de Ockham, que “corta” as explicações mais complexas em função das mais simples. Tal método é no mínimo uma atitude anticientífica, pois a verdadeira ciência busca a verdade, seja lá qual ela for, tenha o formato que tiver. Criar uma tendência ou buscar o reducionismo à simplicidade nas explicações não condiz com a mentalidade aberta, que necessariamente um cientista deve ter para promover os saltos importantes do conhecimento humano. Se a navalha fosse usada desde os primórdios, as estrelas seriam furos na cortina da noite, os meteoritos não existiriam e a Lua seria apenas uma bola de queijo.

A ciência é um caminho natural para o saber. Entretanto, precisamos manter a flexibilidade mental, ter um espírito inovador e a certeza de que ainda há muito a desvendar. Em junho de 1996, na Reserva Sioux Yankton, no Estado de Dakota do Sul (EUA), líderes das tribos Lakota, Oglala, Iroquois, Obeida, Hopi e Yaqui, entre outras, estiveram reunidos numa assembléia Entre eles estavam também os pesquisadores Robert Dean, ex-militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), o médico e professor John Mack, o estudioso Leo Sprinkle e dezenas de outros estudiosos. Era um simpósio inusitado e único, chamado Conferência do Conhecimento das Estrelas. “Seu objetivo era compartilhar um conhecimento ancestral dos indígenas com seus irmãos civilizados, acerca do sagrado conhecimento cósmico”, declarou Dean.
O guardião e chefe lakota Alce em Pé declarou na abertura dos trabalhos que os curandeiros tribais tinham a habilidade de comunicar-se com a Mãe-Terra e suas entidades espirituais, e também com os povos das estrelas. “Eles foram as entidades mais importantes que nos contataram, pois ensinaram muitas coisas aos nossos povos. Seus mundos são baseados em leis espirituais e universais. Eles não utilizam sistemas monetários e se preocupam com o bem-estar ecológico dos planetas”, disse Alce em Pé. Alguns xamãs descreveram os ETs como “homens com mais de dois metros”, enquanto outros os assinalaram como “formigas de olhos negros”. No primeiro caso, se refeririam aos tipos nórdicos e, no segundo, aos grays [Cinzas].

Os chefes das tribos representadas na conferência relataram encontros alienígenas ao longo da história de seus povos e a maneira como foram auxiliados com curas, ensinamentos e até profecias. Esse contato perdura até hoje, através de pajés de inúmeras etnias indígenas, em contatos físicos, sonhos e outros estados alterados da consciência. No final dos trabalhos na Reserva Sioux Yankton, algo incomum aconteceu: durante a dança do Sol que realizam os presentes, um círculo perfeito de nuvens formou-se sobre o local durante uma hora, apesar dos ventos, e exibiu-se um maravilhoso anel arco-íris.
Em julho de 1990, estive com membros da Associação de Pesquisas Ufológicas (APU), coordenada pelo astrofísico Laércio Fonseca, numa vigília ao lado do Observatório de Capricórnio, em Campinas (SP). Após alguns exercícios de relaxamento, todos se sentaram em círculo para meditar. Era uma noite fria e totalmente nublada. Estávamos numa imensa rocha atrás do observatório, com uma excelente visibilidade do céu.

Logo após iniciarmos as atividades, um sensitivo começou a canalizar um contato e respondeu as várias questões dos presentes. Perguntei para a entidade que se manifestava através dele por que algumas pessoas mantinham uma verdadeira obsessão pela Ufologia e por contatos extraterrestres. E seguiu-se a resposta: “A maioria dessas pessoas já viveu entre nós e muitas foram instruídas por aqueles que vocês chamam de ETs. Eis o porque de sua grande ligação para conosco”.
Camada de nuvens

Em seguida, alguém questionou a mesma entidade onde ela estaria naquele momento. “Aqui mesmo, acima de vocês”, foi a resposta. Por reflexo, todos olharam para cima e constataram que havia furo na densa camada de nuvens que cobria toda a região, exatamente sobre onde estávamos. Era um círculo perfeito, através do qual podíamos ver claramente as estrelas acima de nós. Depois de uns 30 minutos, quando a comunicação terminou, as nuvens voltaram a fechar aquele círculo, e a noite tornou-se novamente nublada. Em março de 1994, na cidade de Limeira (SP), repetiu-se situação idêntica e novamente os demais presentes e eu tivemos o que se classificaria como um contato canalizado. Para quem viveu esse tipo de experiência, não há dúvidas de que essas inteligências atuam num plano invisível.
Bola azul brilhante

Novos exemplos dessa manifestação, e de outras, aconteceriam para nos mostrar sua existência inequívoca. Durante uma reunião de pesquisas em São Paulo, quando a filha do protagonista do referido Caso Maestro relatava partes fundamentais de sua experiência, uma bola de luz azul brilhante desceu do céu na transversal de onde estávamos, alinhando-se em seguida ao horizonte e se apagando repentinamente, a uns 100 m do local. Pelo menos quatro pessoas viram o fenômeno através da janela aberta do 20º andar do edifício em que estávamos. A coincidência é que estas bolas azuis seriam sinais dados pelos seres contatantes, conforme disseram nos anos 70.
Com isso em mente, devemos tentar ampliar a visão comumente aceita de que os UFOs são meramente visitantes interplanetários. Tal fato já seria notável, mas, como diz o ditado, a realidade supera a mais incrível ficção. O matemático francês naturalizado norte-americano Jacques Vallée tem uma visão alternativa que pode auxiliar a análise do Fenômeno UFO em outras direções.

“Minhas reflexões me conduziram a uma conjectura diferente dos dogmas aceitos pelas pessoas que crêem em UFOs. Estamos lidando com um nível ainda desconhecido de consciência, independente do ser humano mas intimamente ligado à Terra. Não creio mais apenas em espaçonaves com alguma raça extraterrestre em seu interior. Esta noção é simplista para explicar sua aparência, a freqüência de suas manifestações etc”. Para Vallée, é difícil encontrar uma cultura na Terra que não tenha uma tradição de relatos ligados a seres de pequena estatura, que voam em veículos estranhos e seqüestram humanos.
Essas narrativas, presentes nas histórias de povos de todos os continentes, indicam uma relação com seres não terrestres. “Eles, com freqüência, levam suas vítimas para locais esféricos iluminados e os submetem a operações de órgãos ou a viagens astrais por mundos desconhecidos. A interação sexual e genética entre os raptores e raptados também é comum. Como alternativa para a hipótese extraterrestre pura, proponho considerar o fenômeno como uma manifestação física de uma forma de consciência estranha aos humanos, porém capaz de coexistir conosco na Terra”, finaliza o matemático [Veja artigo em UFO 90].
Durante 30 anos de pesquisas tenho me questionado se os extraterrestres estariam perfeitamente adaptados à nossa configuração planetária? Porque, diferente do que poderíamos esperar, os ufonautas não aparentam ter problema algum com nossas condições planetárias de pressão, gravidade, temperatura, iluminação e atmosfera. Com sua forma humanóide e raramente usando proteção, passeiam sem grandes incômodos, de inverno a verão, por todas as latitudes terrestres. Já o ser humano, até para ir a Lua, enfrenta grandes problemas e necessita de roupa pressurizada, equipamento respiratório, proteção contra ultravioleta etc. Isso demonstra que, ao sair de seu habitat, o homem estaria exposto a riscos.
A grande maioria dos ETs não é atingida por esses problemas. Nota-se que no máximo em 30% da casuística temos descritos contatos com seres de aparência essencialmente física, tais como aqueles que os contatados acreditam ser oriundos das constelações das Plêiades, de Sirius ou Órion. Essas criaturas, aparentemente, não têm as mesmas restrições que os humanos em suas viagens espaciais. Nos demais casos, parecem ser amorfos ou constituídos de alguma matéria desconhecida de nossa ciência. É como se a estes seres fosse aplicada a proposição de Vallée, de que seriam consciências que coexistiriam conosco, em alguma faixa da multiplicidade dimensional da matéria.
A obsessão pela teoria extraterrestre para os UFOs deve-se em grande parte a Raymond Palmer, falecido em 1977, que foi e editor da bem sucedida e sensacionalista Fate Magazine. Desde a década de 50, a Fate inunda o mercado norte-americano com casos ufológicos misturados com muita ficção sobre seres de outros mundos. Tamanho interesse do público pelo assunto não passou despercebido de Hollywood, que usou seu poderio para explorar o tema com dezenas de filmes de segunda classe.

Infelizmente, essas tendências nada científicas ou esotéricas dominaram as pesquisas e influenciam o mundo até hoje. De qualquer forma, independente do sensacionalismo que os filmes hollywoodianos imprimem ao setor, uma análise da casuística nos mostra que há pelo menos sete teorias que buscam explicar a origem dos discos voadores. Algumas precisam ainda ser minuciosamente analisadas e talvez estejam todas intimamente inter-relacionadas [Veja quadro nessa matéria]. Entre as origens propostas por estudiosos temos desde os seres demoníacos aos selenitas, supostamente originários da Lua, dos ultraterrestres aos dimensionais, dos extraterrestres, mais comuns, aos intraterrestres etc. Mas devemos tomar cuidado com esses rótulos e evitar as tendências ao maniqueísmo do bem versus mal quando tratamos da questão.
Roda de sansara

Esse tema nos prende à chamada Roda de Sansara, para a qual quanto maior o grau consciencial dos seres que nos visitam, mais esses conceitos se desvanecem e uma nova compreensão vai surgindo. Os religiosos norte-americanos John Ankerberg e John Weldon, autores de Protestants & Catholics: Do They Now Agree? [Protestantes e católicos: Agora eles concordam?], apresentam uma conclusão para a Ufologia: “Cremos que a falta de evidência para a hipótese extraterrestre e o fracasso de todas as outras teorias exige que a tese demoníaca não seja ignorada. Ela é sustentada pelos efeitos físicos, psicológicos e espirituais danosos nos encontros com UFOs. Os ufonautas passam uma orientação antibíblica e seu estranho comportamento é igual ao de outros seres do ocultismo”.
Seriam os ETs provenientes das hostes do mal? Grande parte dos pensadores protestantes que lidam com a questão ufológica refere-se a eles dessa forma, inspirados que foram no trabalho do decano investigador John A. Keel, que em seus livros Operação Cavalo de Tróia e Nosso Planeta Assombrado faz um extenso paralelo e correlações da Ufologia com a literatura demonológica e o ocultismo. É de Keel também o livro The Mothman Profecies, que inspirou o filme A Última Profecia [Veja artigo em UFO 85]. Keel é formador de opinião no assunto, assim como o reverendo protestante Barry Downing, no lado oposto da questão. Em seu livro The Bible and the Flying Saucer [A Bíblia e os Discos Voadores], Downing defende que os UFOs são enviados por Deus e, portanto, trazem os anjos a Terra.
Saindo do âmbito dessa questão maniqueísta, é inegável que a Ufologia esteja permeada de fenômenos e manifestações secularmente espiritualistas, mediúnicas ou religiosas. Classificar, julgar ou rotular as atividades de inteligências não humanas em nosso planeta talvez seja um trabalho impossível. Inúmeros contatos foram benéficos ou maléficos a nós, mas esses rótulos perdem os sentidos dentro dos princípios da unicidade e equilíbrio pregados em nossas próprias culturas terrenas do zen-budismo, taoísmo ou hinduísmo. Bryan e Helen Reeve, após entrevistarem dezenas de contatados, afirmam em seu livro Flying Saucer Pilgrimage [A Peregrinação dos Discos Voadores] que “o contato com ETs é feito basicamente através de psicografia, telepatia, mediunidade ou outras formas psíquicas”.
Uma das características mais difíceis de se explicar sobre a materialidade do Fenômeno UFO é a gama de espetáculos que produzem estas naves. Os UFOs fragmentam-se em objetos múltiplos, que aparentam ter inteligências próprias. Mudam de tamanho, assumem variadas formas e cores, atravessam barreiras sólidas e fundem-se num só corpo. Emitem raios de luz flexíveis, desmaterializam-se e tornam-se visíveis, inexplicavelmente. Um exemplo temos no relato da abduzida Helen White, de que a nave que a levou era “maior pelo lado de dentro do que pelo lado de fora”.
Como isso é possível? Vallée acredita que “hipernaves” de origens dimensionais seriam capazes dessa inversão topológica do nosso contínuo espaço-tempo, provocando fenômenos similares. Outro estudioso que se dedicou a essas indagações é o psiquiatra norte-americano Berthold Schwarz, inicialmente um cético quanto ao assunto. Apesar de sua postura rígida, encontrou na Ufologia elementos necessários para quebrar sua visão crítica sobre fenômenos desconhecidos. Ele acredita hoje que a grande maioria dos contatados são pessoas sensitivas, que têm experiências com espíritos ou sofrem com alguma manifestação do tipo poltergeist.

Outra dimensão

Sobre os ETs, Schwarz declara que existem diversos tipos de visitantes, de todos os tamanhos, formas e cores. “Eles são desde robôs até formas de vida iguais ao homem. Minha opinião sobre o assunto é de que a hipótese de uma outra dimensão é o melhor terreno a ser explorado”. Outros estudiosos compartilham de suas conclusões. Alguns voltaram suas pesquisas propriamente para as transformações que o Fenômeno UFO causa nas pessoas, como é o caso da psicóloga carioca Gilda Moura, autora de UFO: Contato Alienígena. Mas até que ponto vai a transformação interna das pessoas que foram contatadas por aliens? Quer gostemos ou não, tais contatos nos apresentaram profundos questionamentos existenciais.
Eles nos conduziram a uma intensa busca e compreensão da vida no universo – e principalmente a uma busca de nós mesmos. Não existe expansão consciencial sem vivências como as classificadas no campo místico. Dois exemplos disso são notórios: a antiga máxima do Templo de Delfos, “conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo”, e a expressão no Templo de Hórus, “não pare a sua busca, pois teu cansaço representa teu fim”. Através da análise de seu conteúdo compreendemos que todo o conhecimento já está em nossa essência perfeita. Entretanto, para contatarmos essa essência, não podemos prescindir da busca interior.

E mais uma vez nos amparamos na casuística ufológica como base de nossas conclusões. No conhecido caso de abdução de Hermínio e Bianca Reis, ocorrido em 12 de janeiro de 1976, um ser supostamente extraterrestre chamado Karran disse: “As dimensões existem e são freqüências vibratórias do universo. Nós e vocês pertencemos a dimensão física (visível) e a espiritual (invisível) na qual fomos criados. Somente com a existência do mundo espiritual o mundo material torna-se possível”.

Filosofia budista

Em muitos contatos ao redor do globo, os extraterrestres têm simplificado sobremaneira as descrições de sua verdadeira origem, devido à limitação intelectual da grande maioria da população, governos e instituições. Sistematicamente, têm afirmado vir de Vênus, Alfa do Centauro ou das Plêiades, sem que isso seja verdade absoluta. Talvez aleguem ter tais origens porque são localidades mais ou menos conhecidas de nossa astronomia, e por saberem que, na verdade, essa informação pouco mudaria para nós.

No campo da metafísica hiperespacial, a Terra, as Plêiades e qualquer outro lugar podem coexistir num só ponto imaterial, onde matéria, tempo e espaço fundem-se de tal forma que nossa física é incapaz de compreender. Talvez a única maneira de buscar um entendimento seja abrir mão de padrões rígidos e leis consideradas imutáveis, utilizando “novos” velhos conceitos das filosofias indo-chinesas.
Os mestres zen-budistas ensinam seus discípulos a quebrarem os princípios da lógica através de koans, diálogos que pretendem modificar conceitos e idéias pré-concebidas. O mestre taoísta Lao Tzu, ensinava que “aquele que busca o conhecimento cresce a cada dia, mas aquele que busca o Tao decrescerá a cada novo dia”. Hoje preocupamo-nos demais com a física, economia, política, informática e somos bombardeados com informações de rádio, tevê e internet.

Crescemos muito em conhecimento e tornamo-nos cada vez mais apenas um número, autômatos na massa. Decrescer, para Lao Tzu, era vaporizar o ego, reencontrar a essência encoberta. A consciência ou autoconsciência é então o principal cerne da questão, para facilitar contatos com outras realidades e seres dimensionais, que podem ser a quase totalidade do Fenômeno UFO.
Sua manifestação é tão incompreensível para os padrões normais, que levou a pesquisadora inglesa Jenny Randles a criar a expressão Fator Oz, para descrever os estados alterados de consciência provocados pelo contato com discos voadores. Segundo Randles, naves extraterrestres geram estados similares ao onírico, onde nem tudo é concreto e nem tudo é alucinatório, mas manipulações da mente por inteligências desconhecidas. A abduzida norte-americana Betty Andreasson aprendeu durante seus contatos que a humanidade poderia alcançar níveis mais avançados de consciência se utilizasse com mais afinco a busca espiritual.

Em experiências extracorpóreas induzidas pelos alienígenas – as chamadas EECs –, Andreasson descobriu a natureza da vida pela ótica dimensional e soube que há inumeráveis estrelas em diferentes planos de existência . O pesquisador Don Elkins, autor de The Law of One [A Lei Única], recolheu farto material sobre o tema trabalhando com centenas de canalizadores. Elkins concluiu que os contatos ufológicos são basicamente interdimensionais. “O ponto convergente de toda a informação colhida pelas vias ditas místicas ou científicas, se tornou a existência de um universo multidimensional”.
Elkins está correto e a negativa desse simples fato parece ter sido a responsável pela estagnação das pesquisas ufológicas nos últimos 20 anos. A insistência generalizada da hipótese extraterrestre como melhor explicação para a origem dos UFOs precisa ser ultrapassada por modelos mais dinâmicos, que incorporem fatores básicos da ciência. E também por discussões que possam extrapolá-las utilizando técnicas de ampliação da consciência e todo o rico manancial das filosofias antigas. E, afinal, devemos rever os textos do Mahabarata, Bhagavad Gita, Ramayana etc, buscando não somente a materialidade dos vimanas, como já foi bem demonstrado no livro Vimanas: Aeronáutica da Índia Antiga, de David Childress, mas também absorvendo a sabedoria transcendental dessas obras, que podem aflorar nossa capacidade de contatação.
Confederação de planetas

Existe uma realidade oculta por trás da atividade física inequívoca dos UFOs, que já foi amplamente constatada pela casuística mundial. E apesar da imaterialidade da maioria dos ETs, ainda há entre eles os que têm um corpo físico tridimensional, tal como o nosso. Mas devido ao fato de terem uma paranormalidade muito desenvolvida, aparentemente projetariam seu corpo energético com facilidade, sendo às vezes confundidos com seres do mundo espiritual por alguns médiuns ou sensitivos. Em geral, nossos visitantes não possuem uma religião definida. Muitos dos contatados tiveram a impressão de que seus abdutores acreditam numa espécie de fonte primordial, geradora de toda matéria, energia que existem.

Como povos mais espiritualizados, demonstram um enorme respeito pela natureza e pela vida. Isso remonta à tese dos mundos confederados e não confederados, muito propalada e bem visualizada na série Jornada nas Estrelas, de Gene Rodenberry. Segundo um grande número de contatados absorveram de seus interlocutores, durante as experiências que viveram a bordo de naves espaciais, planetas que atingiram um elevado grau tecnológico e espiritual formaram uma espécie de confederação de planetas. Seus integrantes peregrinariam pelo universo, levando informação e auxílio sutil aos povos mais aptos a receber essa ajuda.

Seguiriam o preceito da não interferência, o que justifica sua atuação suave e quase neutra. Estes seres não seriam os que realizam as abduções, agindo apenas através da formulação de convites para passeios ou visitas a lugares fora da Terra. Já os não confederados seriam os responsáveis pelas abduções, as experiências físicas e genéticas que ocorrem contra nossa vontade – talvez para resolver seus próprios problemas.

Nesse ponto de nossa discussão, é importante ter em mente que não devemos vincular a tipologia física dos seres que nos visitam com sua natureza, eventualmente boa ou má. Temos o péssimo hábito de julgar as situações apenas a partir das aparências e de gerar generalizações. Assim, muitas vezes caímos no erro de classificar todos os grays como malignos ou todos os nórdicos como benevolentes. É preciso um pouco mais de cautela, pois há vários casos na literatura ufológica em que ambos os tipos trabalham em conjunto.

É necessária uma análise cuidadosa de suas atitudes e, principalmente, das energias, sensações e sentimentos que emanam desses seres. É difícil se estabelecer uma linha padrão de conduta para todos os seres, pois mesmo entre eles também há “dissidentes”, que não comungam de certos ideais da espécie. E ainda temos que considerar que podem travestir-se em biótipos agradáveis aos seres humanos para conseguir seus intentos. A grosso modo, podemos definir três tipos distintos de seres em contato com o ser humano terrestre:
 Positivos — Seriam os confederados ou todos aqueles que preservam o bem-estar humano, evitando interferir em nosso livre arbítrio. Não teriam bases na Terra, o que para eles já significaria uma atitude invasiva, somente na Lua ou em nossa órbita.
 Neutros — Os que teriam projetos que não envolvem necessariamente o ser humano. Eles evitam contatos prejudiciais a nós, mas seus objetivos estão acima do que seja bom ou mal, no nosso entendimento. São indiferentes quanto à nossa presença e podem ter bases em nosso mundo.
 Negativos — que parecem ser a maioria de todos os nossos visitantes e utilizam o homem como uma espécie de cobaia biológica. Manteriam bases intramarinas e intraterrestres. Em tese, seriam aqueles detalhadamente analisados nos livros do professor norte-americano David Jacobs, A Vida Secreta e A Ameaça.
Essa é apenas uma das classificações vigentes na Ufologia moderna, mas temerária, pois não temos certeza de quais seriam os reais objetivos de cada uma das espécies em contato conosco. Os chamados positivos ou confederados, apesar de sua natureza benevolente, não hesitam em destruir tudo quanto seja nocivo a ordem natural das coisas. Alguns investigadores acreditam até que várias naves acidentadas na Terra teriam sido abatidas por esses extraterrestres, em confrontos com seres negativos. Inclusive o clássico Caso Roswell, de 1947, seria um desses exemplos. Invariavelmente, os seres negativos acabariam sendo um obstáculo, com seus interesses escusos, à missão dos positivos na Terra, o que geraria tais conflitos.

O polêmico psicanalista austríaco Wilhem Reich acreditava na existência de microscópicas células azuis, que seriam unidades básicas de toda a matéria viva. Para pesquisadores esotéricos, como o diplomata chileno Miguel Serrano, alguns grupos humanos especiais ainda seriam resquícios da existência de seres que teriam tido sangue azul na Antigüidade. Essa seria a origem da lenda de que os reis – certamente considerados pessoas especiais – teriam sangue azul, por serem descendentes diretos de antigos deuses guerreiros. Era o caso de Krishna, cujo sangue teria uma coloração azulada. Existiria então, segundo Serrano, uma chamada “memória de sangue”, que ligaria mais intensamente certos grupos humanos a ETs e impulsionaria uma busca do reencontro, assim como uma resistência contra forças hostis que se instalaram no planeta buscando o domínio e a degradação da humanidade.
Invasão de ETs negativos

De fato, enquanto vivo, Reich também acreditava que sofríamos uma invasão de ETs negativos. Ele desenvolveu uma arma que chamou de “caça-nuvem”, que teria condições de retirar o orgônio negativo das nuvens e combater os UFOs que nos invadissem. Em 10 de outubro de 1954, uma série de naves luminosas de coloração amarela e vermelha sobrevoaram sua fazenda, no estado norte-americano do Maine, quando conseguiu testar seu projeto. De acordo com declarações, quando focalizados pela arma tubular de Reich, os UFOs perdiam a força, diminuíam a intensidade de suas manobras e fugiam. Em suas anotações, o psicanalista deixou escrito que “naquela noite, pela primeira vez na história, a guerra iniciada pelos espaciais foi rechaçada com resultados bastante positivos”. Reich também acreditava na existência de seres positivos, cujas naves, azuis, trariam benéficos à humanidade. Coincidência ou não, UFOs azuis são muito mais raros do que os outros...
O Fenômeno UFO é sem dúvida o maior de todos os desafios que o homem já enfrentou. Ele envolve desde nossa própria origem biológica e espiritual até as concepções de Deus e os mundos celestiais, permeando a ciência, a política e a religião de indagações. É passada a hora de grupos de pesquisa civis, governos, entidades religiosas e instituições militares se unirem numa ampla pesquisa e no redirecionamento de sua energia, com o fito de esclarecer de vez a questão. Estamos centrados numa grande disputa de interesses genéticos e espirituais e lidamos com uma variada gama de seres físicos e dimensionais, que conhecem a mente humana e a manipulam ao seu bel prazer. Não raro conhecem nossa vida atual e encarnações pretéritas. Acessam nosso consciente e inconsciente mesmo quando não estão presentes. E nessa multiplicidade de seres, alguns podem representar perigos à nossa integridade física, psíquica ou emocional – quer por sua conduta, quer por seus experimentos, muitas vezes letais.
A ciência perde muito ao fechar seus olhos diante da nova realidade representada pelo Fenômeno UFO. Precisamos defender nossa espécie de abduções forçadas, de colocação de implantes, de extração de sangue, esperma e óvulos, de clonagens e hibridizações etc. Assim como necessitamos urgentemente contatar, de maneira pacífica, aqueles visitantes que porventura estejam num grau evolutivo superior ao nosso, para que possamos sanar os graves problemas que assolam a humanidade. Ninguém fará por nós o que precisamos fazer, porém qualquer auxílio será sempre bem-vindo. É preciso aprender a agir de maneira sublime, buscando alcançar o grande poder, contribuindo para a construção de um mundo regenerado com equilíbrio, paz e respeito entre todos os seres. Já dizia Mahatma Gandhi: “Fizemos longas e intermináveis viagens, mas quando nos demos conta, estávamos em verdade, todo o tempo, voltando para casa”.